A construção do ninho - a base

“(...) que Cristo habite, pela fé, no vosso coração, (...) estando arraigados e fundados em amor”   Efésios 3.17

O ninho é a primeira escola das águias pequenas, tal como o lar é a primeira escola de todas as crianças.

O casal de águias constrói o ninho em conjunto. O ninho é construído principalmente com paus de diversos tamanhos e decorado com folhas verdes, novas e frescas. As águias preocupam-se com os fundamentos sólidos do seu ninho. Elas colocam um grande empenho na elaboração da estrutura básica. Elas sabem que a resistência do seu ninho às intempéries dependerá da firmeza e solidez da base.

Frequentemente somos mais levianos do que as águias na construção dos nossos lares: Preocupamo-nos mais com as “folhas verdes” exteriores, do que com os princípios espirituais, morais e humanos, basilares, que devem nortear toda a vida do casal – princípios dos quais nunca devemos abrir mão, se quisermos ter um lar sólido e duradouro, resistente à dor, aos ataques exteriores, às tempestades da vida.

O ninho da águia pode ter uma forma cilíndrica, cónica, arredondada como uma tigela, ou baixa e larga como um disco. Tudo depende do tipo de suporte que o casal escolher. Em caso de necessidade, as águias podem mesmo construir o ninho sobre um cacto no deserto, ou rente ao solo, se for essa a única alternativa. Elas preferem os lugares mais altos das florestas e das montanhas, mas têm capacidade para se adaptarem a meios muito hostis. E elas sempre constroem perto de um curso de água.

Isto ensina-nos que devemos aprender a suportar as contrariedades da vida e a não nos deixarmos vencer por elas. Precisamos de trazer à memória muitas vezes que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem dos que amam a Deus” (Romanos 8.28). Desse modo ficaremos com menos vontade de nos queixarmos e mais coragem para seguirmos em frente. Os nossos filhos observam atentamente as nossas atitudes perante as adversidades. Eles aprenderão muito sobre quem nós somos pela simples observação do nosso comportamento. Ao mesmo tempo desenvolverão traços de carácter semelhantes aos nossos: o que os mais pequenos vêem e ouvem, mais tarde ou mais cedo acabam por imitar. O discípulo não será melhor do que o mestre.

A água faz-me pensar na Palavra de Deus, fonte de sabedoria e orientação suprema para a vida diária. Afastados dessa fonte corremos o risco de sofrermos sede de alma. Corremos o risco de deixar a nossa família enfraquecer e definhar, até não ter mais forças para sobreviver neste mundo cheio de perigos. Quando não “bebemos” da Palavra, acabaremos bebendo de outras fontes, de águas impróprias para uma vida de acordo com o padrão elevado que Deus planeou para todos os Seus filhos.

Este é um bom momento para nos colocarmos algumas questões: Quais os alicerces do meu lar? Resistirá às tempestades da vida? Será facilmente arrastado pelas correntes, despenhando-se sem esperança? De que águas bebe a minha família? E eu?

“Clama a mim” – diz o Senhor – “e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes.” – Jeremias 33.3

Clarisse Barros
El-Shaddai

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