IQC - XVII Culto de Mulheres
Culto de mulheres realizado na Igreja em Quinta do Conde (IQC) em 20/ outubro/ 2012.
Tal como aprendemos no nosso último culto de mulheres, quando ouvimos, acreditamos e agimos de acordo com uma mentira, vamos colher esses frutos. Para nos libertarmos dessas mentiras, temos de dar 3 passos:
» Identificar a(s) área(s) onde estamos a ser oprimidas ou onde temos pecado.
A Bíblia diz:
“Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo.” 2 Pedro 2:19
“Pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor.” 2 Pedro 2:19 (R.A)
Podem ser áreas onde estamos a ser oprimidas fisicamente:
- Algum distúrbio alimentar (comer a mais ou a menos); algum vício químico.
Pode ser opressão emocional:
- ansiedade, medo, depressão, distúrbios emocionais crónicos
Pode ser opressão financeira:
- gastar em excesso, ganância, avareza
Pode ser opressão sexual:
- masturbação, pornografia, luxúria, homossexualismo
Podem ser hábitos pecaminosos que nos atormentam:
- raiva, mentira
Podemos estar oprimidas a uma necessidade de aprovação, timidez excessiva, falar demais, o vício da televisão ou de telenovelas.
Pede a Deus que te mostre essas áreas específicas onde não és livre. Quando Deus te revelar essas áreas não basta querer eliminá-las. Muito provavelmente, tu já tentaste lidar com esses comportamentos, e falhaste, a até foste tentada a desistir. Quando queres-te ver livre de bagas venenosas que crescem no quintal, não basta tirares todas as bagas do arbusto. Porque vão crescer mais. A única maneira de ficares livre uma vez por todas dessas bagas venenosas é tirar o arbusto pela raiz. É por isso que o próximo passo é tão importante.
» Identificar a(s) mentira(s) que está na raiz dessa opressão ou comportamento
Que mentiras tens ouvido, acreditado e agido e te têm escravizado, oprimido?
A resposta a essa pergunta pode não ser logo evidente – as raízes normalmente estão escondidas na terra, e as mentiras, por natureza são enganadoras.
Precisamos da ajuda do Senhor para nos ajudar a ver o que temos acreditado e que não é verdade.
Uma vez que identificaste especificamente as mentiras que tens acreditado, qual é próximo passo?
» Substitui a(s) mentira(s) pela Verdade
Satanás é um inimigo poderoso. A sua principal arma é o engano. As suas mentiras são poderosas. Mas existe algo muito mais poderoso que as mentiras – a Verdade.
Uma vez que já sabes que mentiras tens acreditado, já podes usar a única arma eficiente para vencer o engano – “a Espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.” Efésios 6:17
Para cada mentira existe uma Verdade correspondente.
Onde antes tínhamos ouvido, aceitado, acreditado e agido de acordo com mentiras, temos que começar a ouvir, meditar, acreditar e agir sobre a Verdade.
Só assim encontramos liberdade, pelo poder do Espírito de Deus. Tal como Jesus declarou:
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” João 8:32
Vamos começar por falar de algumas das mentiras que as mulheres acreditam acerca de Deus, porque não existe nada mais crucial do que nós acreditamos acerca de Deus.
“Tudo na tua vida espiritual depende do tipo de Deus que adoras. Porque o carácter do adorador será sempre moldado pelo carácter daquilo que adora. Se for um cruel e vingador Deus, o adorador será igual, mas se for um amoroso, carinhoso, perdoador, generoso Deus, o adorador será transformado lenta e maravilhosamente à Sua semelhança.” Hannah Whitall Smith
O que acreditamos acerca de Deus é a base de todo o nosso sistema de crença.
Se tens ideias erradas acerca de Deus, terás ideias erradas acerca de tudo o resto. O que acreditamos acerca de Deus determina a nossa maneira de viver. Se acreditarmos coisas acerca Dele que não são verdade, iremos eventualmente agir de acordo com essas mentiras e acabar oprimidas.
Mentira nº1 – “Deus não é realmente bom. Se Ele fosse, então Ele…”
Esta é uma mentira que só poucas mulheres acreditam conscientemente. A maioria de nós nunca diria “Deus não é realmente bom”. Sabemos que isso é errado.
Teologicamente e intelectualmente sabemos que Deus é bom. Mas no íntimo de algumas de nós esconde-se uma suspeita de que Ele pode não ser realmente bom – ou que pelo menos, Ele não tem sido bom connosco.
Acredito que esta mentira está no centro de muitos conceitos errados acerca de Deus.
Esta é essencialmente a mentira que satanás usou para seduzir Eva no jardim do Éden.
Deus tinha abençoado o homem e a mulher e criou todo o Paraíso para dele gozarem.
Ele deu-lhes a liberdade para disfrutarem do fruto de toda a árvore – excepto uma.
Se tens dúvidas acerca da bondade de Deus, volta a ler os dois primeiros capítulos de Génesis. Lá encontras um Deus pessoal, generoso e bom. Tudo o que Ele fez era bom – porque é um reflexo da Sua bondade.
Quando satanás quis tentar a mulher para se rebelar contra Deus, ele o conseguiu colocando a semente da dúvida acerca da bondade de Deus:
“É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?” (Gén. 3:1)
O que ele estava a insinuar era que “Deus não deve ser realmente bom – se Ele fosse, Ele não te negaria algo que tu realmente queres.”
Quando a turbulência, desilusão ou dor chegam à nossa vida; quando perdemos um ente querido; quando as coisas não correm como esperávamos ou planeávamos, satanás tenta-nos a duvidar: “Será que Deus é realmente bom? Se Ele é, como permitiu que isto acontecesse?” ou “Porquê que Ele tem impedido que isto(algo de bom) chegue até mim?”
Neste mundo perdido onde guerras, genocídios, fome e desastres naturais são uma realidade, o enganador tenta mostrar Deus com um lado negativo.
“Como é que um Deus verdadeiramente bom deixou que o holocausto acontecesse? Ou a fome na Etiópia? Ou o massacre em Columbine? Ou os atentados terrorista de 11 de Setembro?”
Uma vez que duvidemos da bondade de Deus, sentimo-nos no direito de rejeitar a Sua vontade e fazermos as nossas próprias escolhas do que é certo ou errado.
A Verdade é Deus é bom. Quer as Suas escolhas nos pareçam boas ou não, Ele é bom. Quer o sintamos ou não, Ele é bom. Quer pareça verdadeiro ou não nas nossas vidas, Ele ainda assim é bom.
Tal como Hannah Whitall Smith explica:
“Muitas das coisas na providência Divina de Deus não parecem ser boas. Mas a fé descansa perante mistérios como estes e diz:
O Senhor é bom, por isso tudo que Ele faz deve ser bom, não importa o que pareça. Eu posso esperar mais tarde as Suas explicações.”
Mentira nº2 – “Deus não me ama”
Esta mentira está relacionada com a anterior. Também, poucas de nós admitiríamos acreditar nisso, porque nas nossas mentes sabemos que é suposto acreditarmos que Deus nos ama.
Mas para muitas mulheres, está cortada a ligação entre aquilo que sabem intelectualmente e o que sentem ser verdade.
E aqui está um dos nossos principais problemas:
Acreditamos naquilo que sentimos ser verdade, invés de no que sabemos ser verdade.
Olhamos para os nossos relacionamentos
- um casamento sem amor; a rejeição de um ex- companheiro; filhos crescidos que não ligam ou vão a casa; a idade a aumentar e não ver nenhum pretendente em vista.
Os nossos sentimentos dizem-nos: “Ninguém me ama – nem mesmo Deus”
"Ele pode amar o mundo, Ele pode amar toda a gente, mas Ele realmente não me ama. Se Ele me amasse não me sentiria tão sozinha e sem amor.”
Nós nunca diríamos isto em voz alta – mas isso é o que sentimos ser verdade.
Assim a semente da mentira é plantada na nossa mente; nós aceitamos a mentira até acreditarmos que é verdade; mais tarde ou mais cedo o nosso comportamento reflete o que realmente acreditamos; e acabamos oprimidas.
Não é algo insignificante aceitar a mentira que “Deus não me ama”. Os resultados são catastróficos e afetarão todas as outras áreas da nossa vida e os nossos relacionamentos. Pequenas sementes, quando se permite que ganhem raízes na nossa mente, crescem a produzem uma grande colheita.
A Verdade é – Deus realmente ama-te.
Quer te sintas ou não amada, apesar de tudo o que já fizeste ou de onde vieste, Ele ama-te com um infinito e incompreensível amor.
Deus ama-me – porque Ele é amor. O Seu amor por mim não é baseado nos meus feitos. Eu não mereço o Seu amor e nunca o poderia ganhar.
A Bíblia diz que quando eu era Sua inimiga, Ele me amou.
Mesmo apesar do meu afastamento, Deus amou-me e enviou O Seu Filho para morrer por mim. Ele amou-me na eternidade passada; Ele continuará a amar-me na eternidade futura.
Não existe nada que eu faça que levará a Ele amar-me menos; e não há nada que eu possa fazer para que Ele me ame mais.
Hannah Whitall Smith convida-nos a contemplar a vastidão, o peso, a profundidade, a grandeza do amor de Deus:
“Junta todo o ternurento amor que conheces, o mais profundo que alguma vez sentiste, e o mais forte que alguma vez foi derramado sobre ti, e empilha sobre todo o amor de todos os corações humanos do mundo e depois multiplica por infinito; e então terás começado, talvez, a ter um ligeiro vislumbre do que o amor de Deus é.”
Mentira nº3 – “Deus é exatamente como o meu pai”
Como mulheres, a nossa visão de Deus é grandemente influenciada pelos homens que conhecemos – especialmente os nossos pais.
A nossa perceção de Deus pode ser positivamente ou negativamente moldada por esses homens. Se tivermos um pai amoroso, fidedigno que esteve presente na nossa vida, é mais fácil confiarmos no nosso Pai Celestial e receber o Seu amor.
Contudo, muitas mulheres tiveram experiências exatamente opostas. Tiveram pais distantes, exigentes, duros, abusivos ou incapazes de demonstrar amor. E quando é assim, só a ideia de Deus ser nosso “Pai” fá-las encolher.
Se foste magoada pelo teu pai – ou outro homem em quem confiaste – podes ter dificuldades em confiar em Deus. Podes até ter medo Dele ou teres raiva Dele.
Mas tens que aceitar que Deus não é igual a nenhum homem que tenhas conhecido. O mais sábio e gentil pai terreno é apenas um pálido reflexo do nosso Pai Celestial.
O Deus da Bíblia é infinitamente mais maravilhoso e puro, mais cheio de amor do que até mesmo o mais maravilhoso pai.
Por isso é tão importante que não permitamos que a nossa visão de Deus seja determinada por outros homens, porque no seu melhor eles são fracas representações de Deus.
Se queremos conhecer como Deus é realmente, temos de nos virar para a Palavra de Deus, que revela claramente como Ele é. Precisamos de conhecer a Jesus:
“O qual, sendo o resplendor da Sua glória (de Deus), e a expressa imagem da Sua pessoa (…)” Hebreus 1:3
O Deus da Bíblia é um compassivo, doce, misericordioso Pai. Isso não quer dizer que Ele nos dá tudo o que queremos – nenhum pai sábio dará aos seus filhos tudo o que eles querem.
Não significa que conseguimos sempre compreender as Suas decisões – Ele é demasiado grandioso para que o façamos. Não significa que Ele nunca permite que soframos – de facto, por vezes, Ele permite que dor e dificuldades cheguem até nós. Porquê? Porque nos ama. Porque se preocupa connosco. Porque está interessado em nós.
Hebreus 21:10 diz-nos:
“…mas Este (Deus), para nosso proveito, para sermos participantes da Sua santidade.”
Não importa como nos sintamos ou o que pensemos, o facto é que Deus é um bom Pai que ama profundamente os Seus filhos – um Pai em quem podemos confiar as nossas vidas.
Hannah Whitall Smith fala muito nos seus escritos sobre conhecer e confiar no coração de Pai de Deus.
“Desconforto e ansiedade são impossíveis para a alma que conhece Deus como seu Pai.
…Aquilo que um bom pai terreno nunca faria, Deus que é o nosso Pai também não fará; e aquilo que um bom pai deve fazer, Deus que é o nosso Pai de certeza absoluta vai fazer.
Cristo tem-nos declarado o nome do Pai para que nós possamos descobrir que O Pai ama-nos como Ele ama O Seu Filho. Se acreditamos nisso, poderemos nós alguma vez ter de novo um pensamento de ansiedade ou de rebelião?
Não acreditaremos nós que em toda possível circunstância o divino Pai cuidará de nós da melhor maneira possível e suprirá toda a nossa necessidade?”
Mentira nº4 – “Deus não é realmente suficiente”
“Cristo é tudo o que eu preciso, tudo o que eu preciso.” Uma coisa é cantar estas palavras num culto aqui na Igreja. Mas quando saímos destas portas e vamos para este mundo difícil, realmente acreditamos que Ele é tudo o que precisamos?
Tal como as três primeiras mentiras, nós não teríamos coragem de dizer esta mentira em voz alta, poucas de nós tem a consciência de que acredita nela!
Mas a maneira como vivemos revela que é de facto isto que acreditamos.
Quando chegamos à raiz desta mentira, descobrimos que não acreditamos que a Palavra de Deus é verdadeiramente suficiente para lidar com os nossos problemas. Sim, ela resolve os problemas de toda a gente; mas nada diz dos meus problemas, das minhas necessidades, dos meus relacionamentos, da minha situação.
Eu preciso da Palavra de Deus e + estes 8 livros da livraria; eu preciso da Palavra de Deus + cd´s + conferência + conselheiros.
Claro, que eu preciso de Deus. Mas preciso Dele + amigos chegados; eu preciso Dele+ boa saúde; eu preciso Dele + um marido; eu preciso Dele + filhos; eu preciso Dele + um emprego bem remunerado;
Eu preciso Dele + uma casa com uma boa cozinha, uma garagem, com ótima apresentação…
Acreditas verdadeiramente que Deus é suficiente, ou estás a buscar outras coisas e pessoas para preencherem os vazios do teu coração – comida, compras, amigos, passatempos, férias, emprego ou família?
Mentira nº5 – “Os caminhos de Deus são muito restritivos”
Uma e outra vez, as Escrituras ensinam que as leis de Deus são para nosso bem e para nossa proteção. Obediência é o único caminho para a liberdade.
Mas satanás coloca nas nossas mentes a ideia que as leis de Deus são pesadas, muito exigentes e injustas e que se Lhe obedecermos seremos miseráveis.
No jardim, ele levou Eva a focar na única limitação que Deus lhe tinha dado. O lema do enganador é : “Faz da tua maneira: ninguém tem o direito de te dizer o que podes ou não fazer.”
Muitas vezes ponha-me a pensar porque a comida é um problema para tantas mulheres. Acho que tem algo a ver com Génesis 3. Afinal qual foi o primeiro pecado? Foi o pecado de comer a mais.
A única restrição que Deus colocou à sua dieta, foi grande demais para Eva.
Ela sentiu que colocar restrições ao seu comportamento era privá-la de prazer e do que era bom. Então o quê que ela fez? (Lembra-te – o que acreditamos determina como agimos)
Ela comeu aquilo que lhe apetecia.
Então nós esquecemos as restrições, determinadas a levar a nossa adiante.
E somos livres para escolhermos fazer à nossa maneira, tal como Eva foi livre para comer o fruto proibido. Mas existe algo que não somos livres para escolher, e isso são as consequências.
Existem mulheres que decidem comer o que querem, sempre que quiserem, e quanto quiserem. Soa a liberdade, não é?
Mas na prática isso não é liberdade. Pode parecer a principio que é liberdade, mas depois ficam escrava da comida, ganham aqueles quilos a mais e ficam deprimidas.
O caminho para a liberdade é descobrir a Verdade de que a genuína liberdade vem da obediência, à Palavra de Deus.
Mentira nº 6 – “Deus devia resolver os meus problemas”
Este modo de pensar é enganador por duas razões.
1º - Reduz Deus a um génio cósmico que existe para agradar-nos e servir-nos – um criado contratado que vem a correr para nós cada vez que tocamos a campainha. Esta mentira leva-nos à desilusão e deceção com Deus:
Se temos algum problema que ainda não foi resolvido, então aparentemente Deus não veio ao nosso auxílio.
2º- Sugere que o objetivo na vida é ficar livre de todos os problemas – ver-nos livres de tudo que é difícil ou desagradável.
A nossa sociedade está condicionada a pensar que não devemos ter que viver com problemas – que todo o problema tem que resolvido.
- Tens uma dor de cabeça? Toma uma aspirina.
- Não gostas do teu patrão? Despede-te e arranja outro emprego.
- Não gosto do estilo de pregar do meu pastor? Procuro outra Igreja.
- Não posso comprar um carro novo? Peço dinheiro emprestado.
- Os homens não me dão atenção? Dou-lhes um pouco de conversa e visto-me de maneira a atrair a sua atenção.
Para muitas pessoas “Cristianismo” nada mais é do que um modo de resolver os problemas.
Apenas ora e acredita em Deus, e terás muito dinheiro no banco, a tua amiga será curada de cancro, nunca mais te sentirás sozinha, o teu casamento será recuperado, os teus filhos rebeldes vão fazer as pazes com Deus; terás vitória imediata sobre o pecado e não terás mais de lutar com maus hábitos e serás feliz e saudável.
Este modo enganador de pensar explica porque tantas mulheres crentes são revoltadas, amargas e frustradas com a vida. Elas pensavam que se aceitassem a Jesus, fossem à Igreja e tentassem viver uma “vida cristã perfeita”, não teriam todos estes problemas. Viver uma vida obediente poupa-nos de muitos problemas que são consequência natural de viver longe de Deus e dos Seus caminhos.
Mas isso não significa que aqueles que seguem a Cristo serão isentos de problemas.
A Verdade é que a vida é difícil. Vivemos num mundo perdido. Mesmo aqueles que têm vidas redimidas vivem com corpos terrenos e têm que lidar com a realidade de tentações, pecado (quer teus, quer de outros), doenças, perdas, dor e morte.
Tornarmo-nos crentes – até mesmo maduras, piedosas crentes – não nos coloca num tipo de casulo celestial onde ficarmos imune à dor.
Só quando chegarmos ao céu é que ficaremos livres dos estragos do pecado. Até lá – haverá lágrimas, tristezas, pressões e problemas.
Mas – e aqui estão as boas notícias- Deus não fica distante e à parte dos nossos problemas. Ele não fica sentado no Trono a ver se sobrevivemos ou não.
Não, o Deus da Bíblia é:
“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro em presente na angústia.” Salmo 46:1
Isso não significa que Ele abana uma varinha mágica e faz todos os nossos problemas desaparecerem; Mas quer dizer que Ele usa pressões e problemas para moldar e formar nas nossas vidas a imagem do Seu Filho Jesus, que “aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu.” Hebreus 5:8
Nós queremos que Deus resolva todos os nossos problemas. Deus invés disso diz:
“Eu tenho um propósito para os teus problemas. Quero usar os teus problemas para te mudar e revelar a Minha graça e poder ao mundo.”
Esta é a Verdade e a Verdade te libertará.
Baseado no livro
“Lies women believe and the Truth that sets them free”
(Mentiras que as mulheres acreditam e a Verdade que as liberta)
de Nancy Leigh DeMoss
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