Que tipo de pão e de vinho se deve usar na Ceia do Senhor?
Pergunta: O pão a ser usado na Ceia do Senhor poderá ser pão normal, isto é, levedado, ou fermentado, ou deverá ser ázimo, isto é, sem fermento?
Resposta: A resposta é simples: As Escrituras nada dizem sobre o assunto, e onde a Palavra de Deus está silenciosa, nós deveremos fazer o mesmo, seguindo o seu exemplo.
John Wesley disse um dia: «O que a Bíblia ordena é bom e o que ela proíbe é mau. O que as Escrituras não ordenam nem proíbem, quer através de palavras claras quer através de evidências inegáveis, é em si indiferente, não sendo bom nem mau. A Bíblia é o nosso único guia e a nossa única regra de fé e de conduta».
Não há dúvida que o pão que o Senhor usou na Ceia, quando a instituiu, teria sido pão ázimo, visto a ceia ter sido instituída a seguir à festa da Páscoa. Mas a razão era óbvia: tratava-se do único pão disponível na altura. Se houvesse algum significado espiritual ou doutrinal importante envolvidos quanto à espécie de pão a ser usado, decerto que o Senhor teria, na altura, chamado a atenção para isso. Anos depois Paulo recebeu uma revelação especial da Ceia do Senhor para o Corpo de Cristo, e uma vez mais não há qualquer menção quanto à espécie de pão que deveria ser usado. Se isso se tratasse de uma questão importante o Senhor teria indicado este facto ao Seu servo.
O que é verdade acerca do pão é verdade acerca do vinho. Nenhuma menção é feita quanto a se deveria ser fermentado ou não. No entanto não há dúvida que o tipo de vinho que os crentes Coríntios usavam na Ceia era fermentado, pois levou alguns à embriaguez ( I Cor. 11.21). Paulo, ao procurar corrigir esta desordem que então prevalecia teve uma excelente oportunidade para especificar a espécie de vinho que eles deveriam usar, se tal fosse relevante. Mas não! Ele limitou-se a enfatizar que a Ceia do Senhor não se tratava duma refeição normal, mas dum culto com o propósito de se lembrarem do Salvador. Vemos assim que a questão da espécie de pão e vinho a serem usados na Ceia do Senhor é completamente irrelevante.
Um visitante pretendia associar-se a uma assembleia na celebração da Ceia do Senhor. Depois dos anciãos se terem certificado da sua sanidade moral e doutrinal, ficaram felizes por o receberem em comunhão. Mas o visitante disse: «Antes de me associar a vós gostaria de saber o tipo de pão e de vinho que usam». A isso retorquiu um dos anciãos: «Nós não estamos aqui para nos reunirmos em torno duma espécie de pão ou de vinho, mas reunimo-nos em torno e no Nome do Senhor Jesus lembrando-nos assim d'Ele. Se o irmão se quiser reunir em torno de uma espécie de pão ou de vinho o melhor é esperar no átrio enquanto nós nos lembramos aqui dentro do Senhor Jesus». Os olhos daquele irmão abriram-se e não tiveram qualquer problema com ele.
Um fanático tem sido definido como: «Uma pessoa que faz duma coisa pequena uma coisa grande». Cuidado com os exageros!
John Wesley disse um dia: «O que a Bíblia ordena é bom e o que ela proíbe é mau. O que as Escrituras não ordenam nem proíbem, quer através de palavras claras quer através de evidências inegáveis, é em si indiferente, não sendo bom nem mau. A Bíblia é o nosso único guia e a nossa única regra de fé e de conduta».
Não há dúvida que o pão que o Senhor usou na Ceia, quando a instituiu, teria sido pão ázimo, visto a ceia ter sido instituída a seguir à festa da Páscoa. Mas a razão era óbvia: tratava-se do único pão disponível na altura. Se houvesse algum significado espiritual ou doutrinal importante envolvidos quanto à espécie de pão a ser usado, decerto que o Senhor teria, na altura, chamado a atenção para isso. Anos depois Paulo recebeu uma revelação especial da Ceia do Senhor para o Corpo de Cristo, e uma vez mais não há qualquer menção quanto à espécie de pão que deveria ser usado. Se isso se tratasse de uma questão importante o Senhor teria indicado este facto ao Seu servo.
O que é verdade acerca do pão é verdade acerca do vinho. Nenhuma menção é feita quanto a se deveria ser fermentado ou não. No entanto não há dúvida que o tipo de vinho que os crentes Coríntios usavam na Ceia era fermentado, pois levou alguns à embriaguez ( I Cor. 11.21). Paulo, ao procurar corrigir esta desordem que então prevalecia teve uma excelente oportunidade para especificar a espécie de vinho que eles deveriam usar, se tal fosse relevante. Mas não! Ele limitou-se a enfatizar que a Ceia do Senhor não se tratava duma refeição normal, mas dum culto com o propósito de se lembrarem do Salvador. Vemos assim que a questão da espécie de pão e vinho a serem usados na Ceia do Senhor é completamente irrelevante.
Um visitante pretendia associar-se a uma assembleia na celebração da Ceia do Senhor. Depois dos anciãos se terem certificado da sua sanidade moral e doutrinal, ficaram felizes por o receberem em comunhão. Mas o visitante disse: «Antes de me associar a vós gostaria de saber o tipo de pão e de vinho que usam». A isso retorquiu um dos anciãos: «Nós não estamos aqui para nos reunirmos em torno duma espécie de pão ou de vinho, mas reunimo-nos em torno e no Nome do Senhor Jesus lembrando-nos assim d'Ele. Se o irmão se quiser reunir em torno de uma espécie de pão ou de vinho o melhor é esperar no átrio enquanto nós nos lembramos aqui dentro do Senhor Jesus». Os olhos daquele irmão abriram-se e não tiveram qualquer problema com ele.
Um fanático tem sido definido como: «Uma pessoa que faz duma coisa pequena uma coisa grande». Cuidado com os exageros!
- C.M.O.



