Como é que posso entender o meu marido?
Pergunta: Eu não entendo o meu marido. Estamos casados há quase 62 anos, e mais ou menos no último ano ele começou a ficar cada vez mais esquecido, e também a tornar-se irritadiço e difícil de aturar. Eu já não sei o que fazer. Tem algum conselho? – Srª R. McD. Resposta: A coisa mais importante que pode fazer neste momento é levar o seu marido ao médico para ser examinado. Ele/ela pode decidir encaminhá-lo para alguém especializado em problemas que os idosos enfrentam muitas vezes - mas de qualquer forma, precisa de saber o que está a acontecer. Pelo que diz, o seu marido pode estar a enfrentar a doença de Alzheimer ou um outro tipo de demência.
Além disso, sua família precisa de estar ciente do que se está a passar com ele (e consigo). A sua carta não diz se tem filhos ou outros parentes próximos, mas se tem, eles precisam de ser informados. Precisa deles neste momento - e pode precisar deles ainda mais no futuro para a ajudarem a carregar o seu fardo. A Bíblia diz: "Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo" (Gálatas 6:2).
Não se sinta desconcertada com o que está a acontecer nem pense que é de alguma forma vergonhoso - porque não é. Lembro-me de visitar o ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, várias vezes quando a doença de Alzheimer começou a causar danos na sua memória e personalidade. Eu sempre apreciarei a forma como ele e a sua esposa, Nancy, falavam abertamente sobre o assunto quando lhe foi diagnosticada a doença no início.
Os dias que aí vêm podem ser difíceis para si - mas Deus não a abandonou, e adiante de si jaz a esperança do céu, se conhece Cristo como seu Salvador. Independentemente do que nos aconteça podemos confiar na promessa de Deus: "… Não te deixarei, nem te desampararei" (Hebreus 13:5).
Não se sinta desconcertada com o que está a acontecer nem pense que é de alguma forma vergonhoso - porque não é. Lembro-me de visitar o ex-presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, várias vezes quando a doença de Alzheimer começou a causar danos na sua memória e personalidade. Eu sempre apreciarei a forma como ele e a sua esposa, Nancy, falavam abertamente sobre o assunto quando lhe foi diagnosticada a doença no início.
Os dias que aí vêm podem ser difíceis para si - mas Deus não a abandonou, e adiante de si jaz a esperança do céu, se conhece Cristo como seu Salvador. Independentemente do que nos aconteça podemos confiar na promessa de Deus: "… Não te deixarei, nem te desampararei" (Hebreus 13:5).
- Billy Graham



