Qual é a diferença entre desejo/concupiscência e amor?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: O meu noivo e eu estamos a passar por aconselhamento matrimonial antes do nosso casamento. O conselheiro disse ao meu futuro marido que as suas intenções em relação a mim são lascivas e pecaminosas e não demonstram amor por mim. Qual é a diferença entre desejo/concupiscência e amor? - I. M.
Resposta: Há uns anos, um cantor folk disse: “O amor é silêncio, o desejo/concupiscência é um rugido. O amor é um sacrifício; o desejo/concupiscência quer sempre mais. O amor é uma doação; o desejo/concupiscência só recebe. O amor é um encontro de corações; a concupiscência um quebrar dos mesmos.”
A humanidade pegou num dom muito precioso de Deus e corrompeu-o em nome do amor. O maior dom de Deus foi pervertido. O verdadeiro amor não causa mal. Muitas vezes chamado de capítulo do amor, 1 Coríntios 13 é uma passagem eloquente que costumava ser lida em casamentos.
“O amor é sofredor; é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade; não se ensoberbece; não se porta com indecência; não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha …” (1 Coríntios 13:4-8).
Como seriam diferentes os casamentos – e qualquer outro relacionamento – se isto fosse posto em prática por todos. Como o nosso mundo seria diferente. Não surpreende as pessoas costumarem perguntar: “Porque é que isto é tão difícil?”
A resposta é o pecado. O segredo para evitar as armadilhas da imoralidade é viver de acordo com a Palavra de Deus e ter a Sua presença no coração humano, abandonando por amor a Ele todo o pecado, através do arrependimento. É somente por meio de Cristo que Ele nos dá um poder sobrenatural para viver vidas puras que refletem o amor que Ele deseja para todos.
- Billy Graham
(Esta coluna baseia-se nas palavras e escritos do saudoso Billy Graham.)



