Porque é que o ciúme tem tanto poder? Há livramento do mesmo?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Um orador convidado falava numa conferência bastante concorrida numa universidade conhecida, sobre os efeitos das redes sociais, quando pediu à audiência que considerasse se sentia ciúmes em relação a outras pessoas. Para sua surpresa, a maioria levantou a mão. Embora não esperasse uma resposta tão visível, os jovens reconheceram rapidamente que o ciúme era um problema que ensombrava a alma e que era frequentemente estimulado pela comparação com desconhecidos nas redes sociais. Mas afinal, porque é que o ciúme tem tanto poder sobre nós? Será que é possível livrarmo-nos dele? – J.H.
Resposta: Invejar os que prosperam não nos acrescenta um cêntimo à conta bancária, mas arruína a alma. Pessoas invejosas sentem, de alguma forma, que o sucesso dos outros é o seu fracasso pessoal, que a boa aparência de alguém realça as suas próprias falhas. Mas devemos perguntar: Quem é que lucra com a inveja? Multidões são escravizadas pela mesma.
É difícil amar os outros quando o coração está cheio de inveja. A Bíblia diz: “O coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos.”(Provérbios 14:30)
A inveja não é uma arma defensiva, mas uma arma usada para emboscada espiritual. Ela fere com o propósito de causar dor.
“Diz o salgueiro ao espinheiro: ‘Porque estás tão invejoso das roupas dos que por aqui passam? Que utilidade têm elas para ti?’‘Nenhuma’, respondeu o espinheiro. ‘Não as quero usar — só as quero rasgar.’” O ressentimento pelo que os outros têm é pecado.
E quem é como este espinheiro, senão o invejoso — que tenta destruir os outros, sem ganhar nada com isso? A inveja é como um boomerangue: fere mais quem a lança do que quem a recebe. Deus não pode abençoar-nos enquanto nos agarramos ao pecado que facilmente nos enreda.
- Billy Graham



