Ninguém nasce com género, mas com sexo, diz Associação Americana de Pediatria

Assiste-se cada vez mais a uma campanha desenfreada no que diz respeito ao combate e desigualdade de género nas escolas (ideologia de género ou melhor dizendo, a Ideologia da Ausência de Sexo) em várias partes do mundo. As discussões têm-se vindo a intensificar e em muitos círculos tenta-se aprovar documentos para sua educação nos próximos anos. Um dos pontos propagado é o que os seus defensores e propagadores dizer ser a inexistência de sexo definido no nascimento; que a puberdade é uma doença; que meninos e meninas estão confusos quanto ao sexo, entre outros pontos defendidos por alguns, nomeadamente professores, que afirmam que é necessário estabelecer estratégias para que a igualdade de género possa estar presente no currículo e no planeamento pedagógico do ensino escolar.
O jornalista e comentarista político, Alexandre Garcia (TV Globo) e de um pool de emissoras de rádios em todo o País (Brasil), fez referência a esse ponto de vista dos defensores desse movimento e citou a conclusão a que chegou a Associação Americana de Pediatria acerca da Ideologia de Género. Em Nota Oficial, assinada com Paul McHugh, M.D., Professor Universitário de Psiquiatria da Universidade Johns Hopkins Medical School, detentor de medalha de serviços distintos prestados e ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital, a presidente da Associação Americana de Pediatras, Michelle A. Cretella, M.D., afirmou que “todos nascem com sexo biológico. E como no reino animal, na classe dos vertebrados e dos mamíferos, na ordem dos primatas, da família dos hominídeos e aqueles do género humano – o que diz a biologia -, a que pertencemos, nascemos machos e fêmeas”.
Ainda através da Nota Oficial, Michelle A. Cretella chama a atenção dos “educadores, legisladores, pais e médicos para rejeitarem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitarem como normal uma vida de personificação química e cirúrgica do sexo oposto. São os factos, e não a ideologia, o que determina a realidade”.
Segundo Alexandre Garcia, com essa conclusão da Associação Americana de Pediatria, fica claro “que é um fato biológico; não é a ideologia que marca o nosso sexo nem determina a fatalidade do sexo”. Lembra também o jornalista, que, para a Associação Americana de Pediatria, “transtornos (biológicos e fisiológicos) de má formação são extremamente raros; e que esses transtornos não constituem um terceiro sexo. Ninguém nasce com género, nasce com sexo”. Na realidade, conforme relatou o comentarista global, “os géneros masculino e feminino só existem na gramática. O sapato é do género masculino, a cadeira é do género feminino. Na biologia, não. Na biologia temos os sexos macho e fêmea”.
Para a Associação Americana de Pediatria, segundo Garcia, “quando um menino biologicamente saudável acredita que é uma menina, ou uma menina biologicamente saudável acredita que é um menino, isso não muda o seu sexo. Essas crianças sofrem de disforia de género (DG). Esse transtorno já se encontra inserido no Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana (DSM-V)”.
A Associação Americana de Pediatria lembra na Nota Oficial, que a puberdade não é uma doença – e as hormonas que bloqueiam a puberdade podem ser perigosas. Os pediatras dizem que 98% dos meninos e 88% das meninas tratados psicologicamente, que estiveram confusos com o próprio género acabam aceitando o seu sexo biológico. Agora, hormonas como testosterona, dado a meninas e estrogénio a meninos, estão associados a riscos para a saúde, o que inclui, entre outros, o aumento da pressão arterial, a formação de coágulos sanguíneos, o acidente vascular cerebral e o cancro. E o índice de suicídio é 20 vezes maior entre adultos que usam hormonas do sexo oposto e se submetem a cirurgias de mudança de sexo – isso, inclusive, em países mais afirmativos em relação aos chamados LGBTQ, como a Suécia. E a Associação Americana de Pediatria considera um abuso infantil fazer isso: enganando os pais e confundindo crianças em chamadas “clínicas de género”.
Alexandre Garcia ressaltou que nas escolas brasileiras (e portuguesas), muita gente está a meter na cabeça de meninos e meninas de que não existe diferença entre eles. “Existe, sim. E graças a essa diferença nós nos reproduzimos. Isso é biológico”.
- in Consciência Cristã News



