Algumas coisas por que devemos ser gratos
É perigoso ignorar problemas. Enfrentá-los é o primeiro passo para os resolver. A igreja tem problemas e nós faremos bem em enfrentá-los. Porém a ocupação constante com os problemas não é saudável. É bom contar as nossas muitas bênçãos, agora e sempre. Eis algumas coisas por que devemos ser gratos. Estou grato por existirem assembleias em todo o mundo. Algumas funcionam há mais de cem anos, outras há menos de um ano. A assembleia bíblica foi concebida para funcionar ao longo de toda a história da igreja. A sua simplicidade de ordem, a sua facilidade de duplicação, os seus ajuntamentos para o Senhor e o torná-Lo central, tudo isto, e mais, é algo para ser agradecido e abraçado com entusiasmo e denodo. Estou grato pelas assembleias que existem em torno do mundo.
Estou grato pelos anciãos que estão a fazer o seu melhor. Sei que é fácil criticar a sua acção e lamentar o seu deficiente pastoreio. Sim, isso é um facto observável. Mas penso nos muitos anciãos que conheço que estão a desempenhar fielmente a sua chamada.
Estou grato pelos anciãos que tratam corajosamente de problemas difíceis. Estou grato pelos anciãos que examinam pacientemente questões que se levantam no meio do rebanho, tomando em conta todos os factos, e que se esforçam por aplicar as Escrituras em tais situações. É fácil aplicar os princípios bíblicos de uma forma teórica e abstracta. É bem diferente considerar esta aplicação da verdade em situações reais que afectem pessoas reais.
Estou grato pelos anciãos que dão do seu tempo e energia para pastorear o povo de Deus. Muitos deles renunciam a oportunidades remuneratórias ou actividades de lazer por amor à sua família, porque os deveres para com o rebanho consomem o seu tempo. Estou grato por homens assim.
Estou grato pelos anciãos que “trabalham na Palavra e na doutrina” (1 Tim. 5:17) muitas vezes depois de um dia de trabalho intenso. E mesmo depois daquelas horas de esforço sabem que nunca estarão entre os grandes expositores da história da igreja, apesar de se equiparem suficientemente para reconhecerem o erro quando o vêem. Não quereria passar pelo que passam. É mais esgotante do que o que se imagina.
Estou grato pelos muitos servos da igreja, muitas vezes chamados diáconos. Muitos outros servem com simplicidade sem qualquer reconhecimento formal. Eles garantem o funcionamento das coisas. Muitas vezes a superfície da sua obra parece ser sem muito conteúdo espiritual. Mas há muito mais para além do que o olho humano alcança. Trata-se de crentes de qualidade excelente que servem por detrás dos cenários e que ficam contentes com o reconhecimento do Senhor. Esquivam-se a qualquer reconhecimento humano. Estes irmãos e irmãs servem o Senhor servindo o Seu povo. Eles, de acordo com a avaliação do Senhor, são os verdadeiramente grandes entre nós (Marcos 10:44).
Estou grato pelos muitos jovens, rapazes e raparigas, que revelam interesse esmerado nas coisas espirituais. Visito muitas assembleias onde isto acontece. Vejo jovens em todas as reuniões envolvidos no ministério. Vejo jovens tomarem responsabilidades nas Escolas Dominicais, nas reuniões de jovens, nos clubes infantis, nos acampamentos, etc.. Certamente que cometem erros. Quem não os comete? Estou grato pela espinha dorsal da assembleia de amanhã.
Estou grato pelos jovens mais velhos que desenvolvem o dom da pregação e do ensino da Palavra de Deus. Fico muitas vezes estupefacto com a sua compreensão das Sagradas Escrituras e com a sua capacidade de comunicá-la eficazmente. Como os anciãos, estes jovens têm uma série de pressões e de responsabilidades com o trabalho secular e as suas jovens famílias. No entanto eles dão todo o tempo que podem ao estudo das Escrituras.
Estou grato por muitos santos seniores que continuam a ser fiéis no “ocaso dos anos”. Que encorajamento sois para as gerações mais novas! Só a vossa presença nos cultos estabelece o compasso. Se podeis estar nas reuniões da assembleia com os desafios que muitos de vós enfrentam, que desculpa temos nós, os demais? Noto que os jovens têm um enorme respeito pelos seniores. Os jovens casais têm a tendência de viver como se o Senhor não voltasse em breve. Isto dá-lhes força para prosseguir. Estou grato pelos seniores.
Estou grato pelos muitos esforços que se fazem para a disseminação do Evangelho. O verdadeiro evangelismo requer coragem, oração e perseverança. Sempre requereu. A pregação do Evangelho, espalhar da semente, Estudos Bíblicos, trabalho em acampamentos, Escolas Dominicais, clubes infantis, convívios, reuniões em casas de seniores, testemunho diário nos locais de trabalho, vizinhança e escola; tudo isto contribui para tornar Cristo mais conhecido e como Paulo escreveu, “nisto me regozijo, e me regozijarei ainda” (Fil. 1:18). Sim, há muitos motivos para ser agradecido. “… não nos cansemos de fazer bem” (Gál. 6:9). O Senhor vem!
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Cor. 15:58).
Estou grato pelos anciãos que estão a fazer o seu melhor. Sei que é fácil criticar a sua acção e lamentar o seu deficiente pastoreio. Sim, isso é um facto observável. Mas penso nos muitos anciãos que conheço que estão a desempenhar fielmente a sua chamada.
Estou grato pelos anciãos que tratam corajosamente de problemas difíceis. Estou grato pelos anciãos que examinam pacientemente questões que se levantam no meio do rebanho, tomando em conta todos os factos, e que se esforçam por aplicar as Escrituras em tais situações. É fácil aplicar os princípios bíblicos de uma forma teórica e abstracta. É bem diferente considerar esta aplicação da verdade em situações reais que afectem pessoas reais.
Estou grato pelos anciãos que dão do seu tempo e energia para pastorear o povo de Deus. Muitos deles renunciam a oportunidades remuneratórias ou actividades de lazer por amor à sua família, porque os deveres para com o rebanho consomem o seu tempo. Estou grato por homens assim.
Estou grato pelos anciãos que “trabalham na Palavra e na doutrina” (1 Tim. 5:17) muitas vezes depois de um dia de trabalho intenso. E mesmo depois daquelas horas de esforço sabem que nunca estarão entre os grandes expositores da história da igreja, apesar de se equiparem suficientemente para reconhecerem o erro quando o vêem. Não quereria passar pelo que passam. É mais esgotante do que o que se imagina.
Estou grato pelos muitos servos da igreja, muitas vezes chamados diáconos. Muitos outros servem com simplicidade sem qualquer reconhecimento formal. Eles garantem o funcionamento das coisas. Muitas vezes a superfície da sua obra parece ser sem muito conteúdo espiritual. Mas há muito mais para além do que o olho humano alcança. Trata-se de crentes de qualidade excelente que servem por detrás dos cenários e que ficam contentes com o reconhecimento do Senhor. Esquivam-se a qualquer reconhecimento humano. Estes irmãos e irmãs servem o Senhor servindo o Seu povo. Eles, de acordo com a avaliação do Senhor, são os verdadeiramente grandes entre nós (Marcos 10:44).
Estou grato pelos muitos jovens, rapazes e raparigas, que revelam interesse esmerado nas coisas espirituais. Visito muitas assembleias onde isto acontece. Vejo jovens em todas as reuniões envolvidos no ministério. Vejo jovens tomarem responsabilidades nas Escolas Dominicais, nas reuniões de jovens, nos clubes infantis, nos acampamentos, etc.. Certamente que cometem erros. Quem não os comete? Estou grato pela espinha dorsal da assembleia de amanhã.
Estou grato pelos jovens mais velhos que desenvolvem o dom da pregação e do ensino da Palavra de Deus. Fico muitas vezes estupefacto com a sua compreensão das Sagradas Escrituras e com a sua capacidade de comunicá-la eficazmente. Como os anciãos, estes jovens têm uma série de pressões e de responsabilidades com o trabalho secular e as suas jovens famílias. No entanto eles dão todo o tempo que podem ao estudo das Escrituras.
Estou grato por muitos santos seniores que continuam a ser fiéis no “ocaso dos anos”. Que encorajamento sois para as gerações mais novas! Só a vossa presença nos cultos estabelece o compasso. Se podeis estar nas reuniões da assembleia com os desafios que muitos de vós enfrentam, que desculpa temos nós, os demais? Noto que os jovens têm um enorme respeito pelos seniores. Os jovens casais têm a tendência de viver como se o Senhor não voltasse em breve. Isto dá-lhes força para prosseguir. Estou grato pelos seniores.
Estou grato pelos muitos esforços que se fazem para a disseminação do Evangelho. O verdadeiro evangelismo requer coragem, oração e perseverança. Sempre requereu. A pregação do Evangelho, espalhar da semente, Estudos Bíblicos, trabalho em acampamentos, Escolas Dominicais, clubes infantis, convívios, reuniões em casas de seniores, testemunho diário nos locais de trabalho, vizinhança e escola; tudo isto contribui para tornar Cristo mais conhecido e como Paulo escreveu, “nisto me regozijo, e me regozijarei ainda” (Fil. 1:18). Sim, há muitos motivos para ser agradecido. “… não nos cansemos de fazer bem” (Gál. 6:9). O Senhor vem!
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Cor. 15:58).
Brian Gunning
St. Catharines, Ontario
St. Catharines, Ontario
Canadá



