Cabeça, Juntas e Ligamentos
"E não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus" (Col 2.19). Neste versículo podemos observar em primeiro lugar a autoridade da Cabeça do corpo que é a igreja. No tempo em que Paulo escreveu já tinham aparecido falsos ensinadores que não queriam submeter-se à autoridade do Senhor Jesus Cristo. Faziam a sua própria vontade, alguns baseando-se na lei, outros baseando-se nas visões. É assim que acontece hoje em dia em toda a parte, entre as seitas, cada uma fazendo o que acha melhor, sem respeitar a vontade do Senhor Jesus Cristo. O resultado é um Cristianismo, um corpo, sem cabeça - morto!
Notamos também a diversidade dos membros do corpo. É muito importante observar como o Espírito Santo aqui referiu-se às juntas e aos ligamentos do corpo. Se nós pudéssemos aprender esta lição muitos dos problemas entre irmãos nas igrejas locais seriam resolvidos. As juntas são os membros que trazem flexibilidade ao nosso corpo. Sem as juntas não poderíamos andar, carregar, olhar para o lado, etc. e o corpo ficaria paralisado como uma estátua. Mesmo quando uma pequena junta num dedo contrai reumatismo e recusa-se a dobrar, como sofre o corpo inteiro!
Embora as juntas sejam indispensáveis ao corpo, cada uma delas precisa, bem perto de si, para auxiliá-la, de um outro membro - o ligamento. Sem ligamentos as juntas seriam flexíveis demais e não poderiam suportar o peso do corpo, muito menos, trabalhar. Cada um destes membros precisa do outro e o corpo precisa de ambos.
Se uma junta comparasse o seu serviço com o de um ligamento, ou vice versa, poderia ficar até contrariada com tão grande diferença, mas quando cada parte simplesmente obedece à cabeça, não há confusão, mas harmonia e produtividade no corpo.
Muitas vezes não sabemos o que somos. Ficamos a olhar para os outros membros do corpo, que é a igreja, e logo vemos o que eles são: ou muito flexíveis e tolerantes, ou muito rigorosos e duros. Se achamos que certos irmãos são muitos flexíveis, é bem provável que o Senhor tenha-nos colocado para sermos um ligamento no Seu Corpo. Se achamos que outros irmãos são rígidos demais, é provável que sejamos juntas. Não é para estranhar estas diferenças, mas devemos continuar a fazer aquilo que o Senhor nos mostra ser necessário fazer na igreja.
O grande perigo é quando as "juntas" começam pensar que não precisam dos "ligamentos", e os "ligamentos" pensam que não precisam das "juntas". Se esta tendência não for discernida e corrigida o resultado será a formação de dois "grupos" e nenhum destes será o corpo que o Senhor quer.
As "juntas" pensam mais sobre a "graça", enquanto os "ligamentos" dão ênfase à "verdade", mas somente Cristo, que é a Cabeça, "é cheio de graça e de verdade". E, por não haver outro igual, Ele fornece estes dois tipos a cada igreja local. A pregação duma "junta" terá muito sobre o amor de Deus e pouco sobre a Sua justiça; a pregação do "ligamento" mostra principalmente a justiça de Deus e o grande perigo que espera o perdido. São poucos os que podem apresentar os dois lados fielmente e por isto ambos são necessários.
Quando o corpo está a funcionar como a Cabeça quer, o resultado será crescimento, e o “aumento” que procede “de Deus.” Há vários tipos de crescimento e nem todos procedem de Deus. Não devemos ser enganados pelo crescimento do Cristianismo ao nosso redor. A parábola do grão de mostarda (Mt 13.31-32) prepara-nos para a compreensão deste crescimento falso, no qual as "aves do céu" (ou seja, o maligno - cp v. 4 c/ 19), são encontradas confortavelmente aninhadas nos seus ramos. O crescimento que vem de Deus não é espectacular, mas constante e durável e sempre com o temor do Senhor (Actos 9:31).
Notamos também a diversidade dos membros do corpo. É muito importante observar como o Espírito Santo aqui referiu-se às juntas e aos ligamentos do corpo. Se nós pudéssemos aprender esta lição muitos dos problemas entre irmãos nas igrejas locais seriam resolvidos. As juntas são os membros que trazem flexibilidade ao nosso corpo. Sem as juntas não poderíamos andar, carregar, olhar para o lado, etc. e o corpo ficaria paralisado como uma estátua. Mesmo quando uma pequena junta num dedo contrai reumatismo e recusa-se a dobrar, como sofre o corpo inteiro!
Embora as juntas sejam indispensáveis ao corpo, cada uma delas precisa, bem perto de si, para auxiliá-la, de um outro membro - o ligamento. Sem ligamentos as juntas seriam flexíveis demais e não poderiam suportar o peso do corpo, muito menos, trabalhar. Cada um destes membros precisa do outro e o corpo precisa de ambos.
Se uma junta comparasse o seu serviço com o de um ligamento, ou vice versa, poderia ficar até contrariada com tão grande diferença, mas quando cada parte simplesmente obedece à cabeça, não há confusão, mas harmonia e produtividade no corpo.
Muitas vezes não sabemos o que somos. Ficamos a olhar para os outros membros do corpo, que é a igreja, e logo vemos o que eles são: ou muito flexíveis e tolerantes, ou muito rigorosos e duros. Se achamos que certos irmãos são muitos flexíveis, é bem provável que o Senhor tenha-nos colocado para sermos um ligamento no Seu Corpo. Se achamos que outros irmãos são rígidos demais, é provável que sejamos juntas. Não é para estranhar estas diferenças, mas devemos continuar a fazer aquilo que o Senhor nos mostra ser necessário fazer na igreja.
O grande perigo é quando as "juntas" começam pensar que não precisam dos "ligamentos", e os "ligamentos" pensam que não precisam das "juntas". Se esta tendência não for discernida e corrigida o resultado será a formação de dois "grupos" e nenhum destes será o corpo que o Senhor quer.
As "juntas" pensam mais sobre a "graça", enquanto os "ligamentos" dão ênfase à "verdade", mas somente Cristo, que é a Cabeça, "é cheio de graça e de verdade". E, por não haver outro igual, Ele fornece estes dois tipos a cada igreja local. A pregação duma "junta" terá muito sobre o amor de Deus e pouco sobre a Sua justiça; a pregação do "ligamento" mostra principalmente a justiça de Deus e o grande perigo que espera o perdido. São poucos os que podem apresentar os dois lados fielmente e por isto ambos são necessários.
Quando o corpo está a funcionar como a Cabeça quer, o resultado será crescimento, e o “aumento” que procede “de Deus.” Há vários tipos de crescimento e nem todos procedem de Deus. Não devemos ser enganados pelo crescimento do Cristianismo ao nosso redor. A parábola do grão de mostarda (Mt 13.31-32) prepara-nos para a compreensão deste crescimento falso, no qual as "aves do céu" (ou seja, o maligno - cp v. 4 c/ 19), são encontradas confortavelmente aninhadas nos seus ramos. O crescimento que vem de Deus não é espectacular, mas constante e durável e sempre com o temor do Senhor (Actos 9:31).
Samuel R. Davidson



