Deus não está com pressa (II)
Capítulo 2
Arranque as raízes de amargura
“O que é que causa mais problemas numa igreja local?” Um jovem pastor colocou-me essa questão numa conferência de pastores, e a minha réplica (que provocou vários améns audíveis dos outros homens) foi “O que Hebreus 12:15 avisa como sendo raiz de amargura.”
Eis o que a passagem diz: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor: Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Heb. 12:14,15).
Ao usar a imagem de uma raiz, o escritor ensinou-nos uma série de verdades práticas sobre a amargura no coração humano. Em primeiro lugar, uma raiz tem de ser implantada. Como é que a amargura é plantada no coração? Normalmente é por nos sentirmos feridos pelo que alguém tem dito ou feito e depois guardarmos ressentimento contra essa pessoa. Pode acontecer numa reunião departamental da igreja ou numa conversa privada. O “réu” provavelmente nem sequer sabe que nos feriu. Em vez de enfrentarmos a questão de uma forma aberta e honesta, sepultamo-la no nossos coração; e uma raiz de amargura começa a crescer.
Porém as raízes não crescerão a menos que sejam cultivadas. Se você e eu confessarmos honestamente a nossa mágoa e o nosso pecado ao Senhor, Ele ajudar-nos-á a extirpar a raiz. Isto poupar-nos-á a muito sofrimento. O problema é nós gostarmos de alimentar os nossos egos e de cultivarmos a amargura no seu interior. Exteriormente, mantemos um comportamento muito piedoso, mas interiormente, estamos cheios de amargo veneno.
Os pecados escondidos não permanecem escondidos por muito tempo. O dia e a hora chegam quando essa raiz de amargura brota em palavras ou acções amargas, e então toda a gente descobre o que somente Deus sabia. O veneno que tem estado a fermentar durante semanas – talvez anos – de repente irrompe e infecta toda a gente ao nosso redor.
Uma raiz de amargura provoca aflição e contaminação, de acordo com as Escrituras. Nunca torna melhor a pessoa amarga, nem melhora as pessoas ao seu redor na sua casa ou igreja. De facto, a raiz de amargura aflige e contamina por muito tempo antes de ser abertamente reconhecida. É impossível que um crente amargurado não tenha a sua vida de oração, testemunho, comunhão e serviço afectados por essa amargura escondida. Porque ele é afligido e contaminado ele aflige e contamina tudo à sua volta; apesar de ao mesmo tempo tudo parecer muito espiritual.
Uma raiz de amargura deve ser tratada drasticamente. Deve ser exposta e arrancada de uma vez por todas. O machado deve ser colocado à raiz da árvore. Não resolve quebrar ramos ou arrancar folhas mortas. O problema está nas raízes. Se alguma vez teve de arrancar a raiz de uma árvore que estava a causar problemas então sabe quão difícil é a tarefa. Esta espécie de cirurgia espiritual nunca é fácil, mas é necessária.
Em primeiro lugar certamente que a melhor abordagem é impedir que a raiz nasça! Isto exige esforço, o que explica porque é que o escritor usou exortações como “Segui a paz” e “tendo cuidado” (vs. 14,15). Do mesmo modo que o jardineiro tem de odiar as ervas daninhas e arrancá-las, assim o crente deve odiar as raízes de amargura e arrancá-las. E mantenha isto em mente: É mais fácil arrancá-las quando são pequenas. Quanto mais esperarmos, mais fundo elas descem e mais amargo se torna o veneno.
Três palavras dizem-nos como manter as raízes de amargura fora do solo do coração: “paz,” “santificação” e “graça.” Se seguirmos a paz com todos os homens, obedeceremos às instruções do nosso Senhor em Mateus 18:15-20, e não permitiremos que sentimentos de mágoa rompam a nossa comunhão com os nossos irmãos e irmãs. Se cultivarmos a santidade de vida, a atmosfera simplesmente não permitirá que as raízes de amargura sejam bem sucedidas. Tudo isto nós conseguimos pela graça de Deus. Por natureza, queremos defender-nos e ripostar. Mas a graça de Deus muda tudo isso.
É uma loucura perder tempo e energia a cultivar raízes de amargura quando podemos estar a cultivar o fruto do Espírito. É praticamente impossível que raízes de amargura brotem com sucesso onde há amor, gozo, paz, etc. Seriam esmagadas! E a colheita do Espírito é muito mais bela e agradável do que uma desagradável raiz de amargura.
A graça de Deus nunca falha, mas nós podemos falhar em apropriar a graça de Deus se recusarmos prestar ouvidos a este aviso. Para alguns de nós talvez tenha chegado o tempo de examinar o solo dos nossos corações.
Ao usar a imagem de uma raiz, o escritor ensinou-nos uma série de verdades práticas sobre a amargura no coração humano. Em primeiro lugar, uma raiz tem de ser implantada. Como é que a amargura é plantada no coração? Normalmente é por nos sentirmos feridos pelo que alguém tem dito ou feito e depois guardarmos ressentimento contra essa pessoa. Pode acontecer numa reunião departamental da igreja ou numa conversa privada. O “réu” provavelmente nem sequer sabe que nos feriu. Em vez de enfrentarmos a questão de uma forma aberta e honesta, sepultamo-la no nossos coração; e uma raiz de amargura começa a crescer.
Porém as raízes não crescerão a menos que sejam cultivadas. Se você e eu confessarmos honestamente a nossa mágoa e o nosso pecado ao Senhor, Ele ajudar-nos-á a extirpar a raiz. Isto poupar-nos-á a muito sofrimento. O problema é nós gostarmos de alimentar os nossos egos e de cultivarmos a amargura no seu interior. Exteriormente, mantemos um comportamento muito piedoso, mas interiormente, estamos cheios de amargo veneno.
Os pecados escondidos não permanecem escondidos por muito tempo. O dia e a hora chegam quando essa raiz de amargura brota em palavras ou acções amargas, e então toda a gente descobre o que somente Deus sabia. O veneno que tem estado a fermentar durante semanas – talvez anos – de repente irrompe e infecta toda a gente ao nosso redor.
Uma raiz de amargura provoca aflição e contaminação, de acordo com as Escrituras. Nunca torna melhor a pessoa amarga, nem melhora as pessoas ao seu redor na sua casa ou igreja. De facto, a raiz de amargura aflige e contamina por muito tempo antes de ser abertamente reconhecida. É impossível que um crente amargurado não tenha a sua vida de oração, testemunho, comunhão e serviço afectados por essa amargura escondida. Porque ele é afligido e contaminado ele aflige e contamina tudo à sua volta; apesar de ao mesmo tempo tudo parecer muito espiritual.
Uma raiz de amargura deve ser tratada drasticamente. Deve ser exposta e arrancada de uma vez por todas. O machado deve ser colocado à raiz da árvore. Não resolve quebrar ramos ou arrancar folhas mortas. O problema está nas raízes. Se alguma vez teve de arrancar a raiz de uma árvore que estava a causar problemas então sabe quão difícil é a tarefa. Esta espécie de cirurgia espiritual nunca é fácil, mas é necessária.
Em primeiro lugar certamente que a melhor abordagem é impedir que a raiz nasça! Isto exige esforço, o que explica porque é que o escritor usou exortações como “Segui a paz” e “tendo cuidado” (vs. 14,15). Do mesmo modo que o jardineiro tem de odiar as ervas daninhas e arrancá-las, assim o crente deve odiar as raízes de amargura e arrancá-las. E mantenha isto em mente: É mais fácil arrancá-las quando são pequenas. Quanto mais esperarmos, mais fundo elas descem e mais amargo se torna o veneno.
Três palavras dizem-nos como manter as raízes de amargura fora do solo do coração: “paz,” “santificação” e “graça.” Se seguirmos a paz com todos os homens, obedeceremos às instruções do nosso Senhor em Mateus 18:15-20, e não permitiremos que sentimentos de mágoa rompam a nossa comunhão com os nossos irmãos e irmãs. Se cultivarmos a santidade de vida, a atmosfera simplesmente não permitirá que as raízes de amargura sejam bem sucedidas. Tudo isto nós conseguimos pela graça de Deus. Por natureza, queremos defender-nos e ripostar. Mas a graça de Deus muda tudo isso.
É uma loucura perder tempo e energia a cultivar raízes de amargura quando podemos estar a cultivar o fruto do Espírito. É praticamente impossível que raízes de amargura brotem com sucesso onde há amor, gozo, paz, etc. Seriam esmagadas! E a colheita do Espírito é muito mais bela e agradável do que uma desagradável raiz de amargura.
A graça de Deus nunca falha, mas nós podemos falhar em apropriar a graça de Deus se recusarmos prestar ouvidos a este aviso. Para alguns de nós talvez tenha chegado o tempo de examinar o solo dos nossos corações.



