A Bíblia é um livro confuso?
Recentemente deparámos com um artigo intitulado: “Sim, a Bíblia é um Livro Confuso.”
O artigo nem sequer tentava dissipar esta “confusão,” ou de alguma forma ajudar os seus leitores a compreenderem a Bíblia. Não sugeria sequer uma regra básica de interpretação. Nem explicava porque é que o Senhor Jesus Cristo e os apóstolos exortavam constantemente os homens a estudarem a Bíblia.
A Bíblia é realmente um grande Livro, pelo que o maior de nós nunca o compreenderá na totalidade. Além disso, trata-se do Livro de Deus e necessariamente tem de conter muita coisa que é “difícil de compreender.” Mas isto faz dela o maior desafio ao coração que crê – procurar ajuda divina para a exploração das suas profundidades – e a maior alegria quando pedras preciosas são extraídas desta mina inesgotável.
Deus não recompensa Cristãos preguiçosos e indiferentes com a luz da Sua Palavra, mas a confusão desvanece-se invariavelmente quando obedecemos reverentemente ao Seu mandamento:
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE” (2 Tim. 2:15).
No estudo da Bíblia há distinções básicas a ser observadas; por exemplo, entre os doze apóstolos e Paulo, o apóstolo desta dispensação; entre “o Evangelho do reino” e o Evangelho para os nossos dias: “o Evangelho da graça de Deus,” etc., mas entretanto há muitas passagens das Escrituras tão claras e simples que uma criança pode compreendê-las e nenhum teólogo pode explicar. Por exemplo, em João 3:35,36, lemos:
“O Pai ama o Filho, e TODAS AS COISAS ENTREGOU NAS SUAS MÃOS.
“AQUELE QUE CRÊ NO FILHO tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida; mas a ira de Deus sobre ele permanece.
No outro extremo da pobreza espiritual experimentada pelos que consideram a Bíblia “um Livro confuso,” temos o que Paulo, por inspiração divina, classifica de “enriquecidos da plenitude da inteligência” (Col. 2:2).
Deus não recompensa Cristãos preguiçosos e indiferentes com a luz da Sua Palavra, mas a confusão desvanece-se invariavelmente quando obedecemos reverentemente ao Seu mandamento:
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE” (2 Tim. 2:15).
No estudo da Bíblia há distinções básicas a ser observadas; por exemplo, entre os doze apóstolos e Paulo, o apóstolo desta dispensação; entre “o Evangelho do reino” e o Evangelho para os nossos dias: “o Evangelho da graça de Deus,” etc., mas entretanto há muitas passagens das Escrituras tão claras e simples que uma criança pode compreendê-las e nenhum teólogo pode explicar. Por exemplo, em João 3:35,36, lemos:
“O Pai ama o Filho, e TODAS AS COISAS ENTREGOU NAS SUAS MÃOS.
“AQUELE QUE CRÊ NO FILHO tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida; mas a ira de Deus sobre ele permanece.
No outro extremo da pobreza espiritual experimentada pelos que consideram a Bíblia “um Livro confuso,” temos o que Paulo, por inspiração divina, classifica de “enriquecidos da plenitude da inteligência” (Col. 2:2).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



