Não ligue a histórias
“Nem se dêem a fábulas ,,,” (1 Tim. 1:4).
Quando o leitor de Português da actualidade chega à palavra “fábulas” na Versão de Almeida Fiel, ele tem a tendência de pensar nas fábulas de animais para crianças, mas estas eram ilustrações, enquanto que a palavra original muthois significa simplesmente histórias, incluindo histórias de incidentes ou eventos imaginados.
Há dois tipos de histórias que têm exercido uma admirável influência sobre a Cristandade do Séc. XX e XXI. Uma é a novela, a outra a história promocional.
Ao considerar a passagem acima, este escritor examinou os conteúdos dos periódicos Cristãos populares que chegaram à sua secretária e ficou atónito ao descobrir quantos deles estavam grandemente repletos de ficção e de histórias escritas para promover projectos ou pontos de vista. O Apóstolo diz sobre tais histórias que elas levantam questões mas que não lhes dão respostas, pois as histórias realmente nada provam. Isto também é verdade com muitos filmes Cristãos.
Muitas novelas Cristãs têm realmente exercido uma influência atractiva sobre os seus leitores – quando eles foram fundados sobre verdades e princípios das Escrituras. Obviamente, contudo, um autor pode fazer com que a sua novela “prove” exactamente o que ele deseja provar, pois a novela envolve-nos num mundo de fazer acreditar. Por isso uma novela pode ser perigosa para a fé e prática Cristãs.
A história promocional detém, talvez, um lugar mais proeminente nas nossas revistas Cristãs populares. Ninguém pode objectar os relatos factuais do que Deus tem operado, mas muitas dessas histórias não passam de esforços promocionais. Muitas dessas “histórias de sucesso” são tão bem sucedidas que os leitores ponderados questionam a sua validade e são propensos a pô-las de parte sem sequer as terminar. Contudo, os leitores com menor discernimento são muitas vezes movidos por elas.
Ao considerar a passagem acima, este escritor examinou os conteúdos dos periódicos Cristãos populares que chegaram à sua secretária e ficou atónito ao descobrir quantos deles estavam grandemente repletos de ficção e de histórias escritas para promover projectos ou pontos de vista. O Apóstolo diz sobre tais histórias que elas levantam questões mas que não lhes dão respostas, pois as histórias realmente nada provam. Isto também é verdade com muitos filmes Cristãos.
Muitas novelas Cristãs têm realmente exercido uma influência atractiva sobre os seus leitores – quando eles foram fundados sobre verdades e princípios das Escrituras. Obviamente, contudo, um autor pode fazer com que a sua novela “prove” exactamente o que ele deseja provar, pois a novela envolve-nos num mundo de fazer acreditar. Por isso uma novela pode ser perigosa para a fé e prática Cristãs.
A história promocional detém, talvez, um lugar mais proeminente nas nossas revistas Cristãs populares. Ninguém pode objectar os relatos factuais do que Deus tem operado, mas muitas dessas histórias não passam de esforços promocionais. Muitas dessas “histórias de sucesso” são tão bem sucedidas que os leitores ponderados questionam a sua validade e são propensos a pô-las de parte sem sequer as terminar. Contudo, os leitores com menor discernimento são muitas vezes movidos por elas.
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



