Não cultue personalidades

crstam.jpg     Quando Paulo instrui Timóteo a ordenar aos seus seguidores para não se darem a “a genealogias intermináveis” (1 Tim. 1:4), ele refere-se ao estatuto simbólico do culto de personalidade dos seus dias.

     Recentemente este escritor foi informado por um correspondente de um estado do Leste que segundo parecia ele poderia estar relacionado com um General Revolucionário chamado Stam – e, nós desejámos que ele investigasse mais! Mas replicámos que estávamos muito mais entusiasmados com a questão de para onde vamos do que preocupados com a questão de onde viemos!  

    Apesar de haver alguns nos nossos dias que estão muito orgulhosos da sua ancestralidade e de exibirem brasões nas suas casas, o Cristão médio provavelmente nunca foi muito longe no delineamento da sua árvore genealógica. Porém nos dias de Paulo as genealogias eram muito importantes, mesmo entre os crentes. A relação familiar com Jesus significava muito. Se fossemos primos de Cristo em segundo grau ou mesmo primos de Pedro em terceiro grau conseguíamos posição de relevo. Podíamos ser brutos, ou estúpidos, ou até iníquos, mas tudo isso era ultrapassado: estávamos intimamente relacionados com Cristo ou com o Apóstolo Pedro e isso dava audiência.

     Realmente, o culto da personalidade ainda hoje convive connosco na Igreja apesar de se manifestar de diferentes modos. Vivemos dias de comunicação em massa, onde as faces dos homens e mulheres proeminentes são vistos repetidamente nos jornais e revistas e as suas personalidades até nós chegam pela rádio e televisão. Assim é o político, atleta, actor, rainha de beleza, ou até ex gangster “Cristão” que hoje chama a atenção. Aqueles que preparam campanhas evangelísticas muitas vezes procuram envolver tais personalidades para atrair multidões. Tais figuras proeminentes, apesar de serem realmente salvas, podem ser “muito do mundo,” desonrando a sua chamada Cristã diariamente, porém a sua presença atrai multidões e os seus testemunhos superficiais são usados para justificar a sua participação pública na obra do Senhor.

     O Neo-evangelicalismo tem-se apropriado de muitas personalidades proeminentes do mundo para ajudarem a aumentar as suas audiências enquanto a velha oração de que a testemunha deve estar escondida atrás da cruz é para todos os objectivos e propósitos considerada ultrapassada

 Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible

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