Um Deus zeloso
Nós agradecemos muito a Deus por todos os políticos, atletas, actores ou mesmo criminosos que vêm ao conhecimento de Cristo como seu Salvador. Mas só a conversão não qualifica ninguém para um lugar de proeminência no serviço Cristão. Isto, especialmente nas epístolas de Paulo, está reservado para crentes maduros, completamente separados para Deus e estabelecidos na verdade (Ver especialmente 2 Tim. 2:21).
Quando os corações batem mais depressa por causa da presença de alguma personalidade sedutora na tribuna Cristã; quando estas personalidades recebem adulação que pertence exclusivamente a Cristo que morreu por elas, Deus é desonrado, ficando desagradado.
Temo-nos esquecido que a Palavra de Deus diz: “... Eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso” (Êxo. 20:5) e “...a Minha glória não a darei a outrem” (Isa. 48:11)? É verdade que estamos aqui a citar dos Dez Mandamentos, mas lembremo-nos que Paulo nas suas epístolas cita todos os Dez Mandamentos excepto um (o sábado). O concerto da Lei foi abolido mas não a lei moral em si, e Deus é o único Ser que tem razões legítimas e urgentes para ser zeloso da Sua glória. Os líderes Cristãos brincam a um jogo perigoso quando dão a glória que é devida apenas a Deus a personalidades proeminentes de modo a aumentarem as suas audiências.
É tempo da Igreja tomar consciência que a salvação é a obra de Deus e que os verdadeiros resultados que perduram só acontecem quando conduzimos a Sua obra à Sua maneira.
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



