10 dicas para fazer a sua igreja fracassar...
2. Se comparecer a qualquer actividade da Igreja, aponte as falhas no trabalho de quem está a lutar pela obra de Deus, entretanto sem indicar o caminho para corrigir as mesmas ou participar na construção de sua comunidade cristã.
3. Nunca aceite incumbência, lembre-se de que é mais fácil criticar do que realizar, assistir do que participar, murmurar do que orar.
4. Se os líderes pedirem, a sua opinião sobre um determinado assunto, responda que não tem nada a dizer. Depois, espalhe como deveriam ser feitas as coisas para as quais você não expressou a sua opinião.
5. Não faça mais do que somente o necessário. Porém, quando os líderes estiverem a trabalhar com boa vontade, sacrifício, dedicação e interesse para que tudo corra bem, afirme que a sua Igreja está dominada por um grupinho.
6. Não leia os anúncios no mural da Igreja e muito menos ouça os avisos. Afirme que ambos não trazem nada de interessante, e, depois saia por aí dizendo que ninguém é avisado de nada ou que a igreja e os pastores não são mais os mesmos e que bom era a igrejinha da esquina, pequena, cheia de infiltrações de água, com o reboco a cair, aconchegante e cheia de mimo!
7. Se for designado para um departamento ou ministério qualquer, recuse alegando falta de tempo, ocupação com a casa, família, trabalho e estudos e depois critique com afirmações do tipo: Não vivo da igreja. Isto é trabalho para os pastores ou para este grupo que quer ficar sempre com os mesmos cargos.
8. Quando tiver divergência com um líder, for ofendido ou contrariado procure com toda a intensidade impor-se, resistir, justificar-se, fazer de vítima, ameaçando mudar de igreja ou denegrindo a imagem do mesmo perante os outros membros semeando contendas e divisões no Corpo.
9. Seja tagarela: Sugira, insista e defenda a realização de cursos, palestras, vigílias, encontros de casais, eventos de convívio e novas programações na Igreja. Quando a Igreja os realizar, não se inscreva nem compareça.
10. Se tiver oportunidade de dar sugestões e de participar da vida da Igreja, não o faça. Se a liderança não adivinhar as suas ideias e pontos de vistas, critique e espalhe a todos que é ignorado e que está a ser tratado com indiferença e que os pastores fazem acepção de pessoas.
Após toda essa colaboração espontânea, quando cessarem as publicações, as reuniões e todas as demais actividades, enfim, quando a Igreja morrer, encha o peito e afirme com orgulho: Eu não disse?
Na realidade foi você que a matou!



