A fé de Jesus Cristo
“… a justiça de Deus pela fé de Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem ...” (Rom. 3:22).
Note que o Apóstolo Paulo não se refere aqui à fé em Cristo, mas à fé de Cristo (Nota do tradutor: Várias versões dizem “de” e não “em”. Ver também Gál. 2.16,20; Act. 28:23). Não se refere ao que Cristo cria, mas antes à Sua dignidade de ser crido, à Sua fidelidade, ao facto de Ele ser digno de confiança.
Nós não nos devemos esquecer que a fé é uma questão recíproca; tem duas faces. Uma face é objectiva; crê numa outra. A outra é subjectiva; é uma personalidade digna de confiança. Uma refere-se ao que a pessoa faz; a outra ao que a pessoa é. Se eu tenho fé em si, você deve manter essa fé; você deve ser digno de confiança.
Nas Epístolas de Paulo ele refere-se sete vezes à “fé de Cristo” e em cada uma delas o seu propósito é enfatizar a dignidade de absoluta confiança do nosso Senhor. Que não se refere à nossa fé em Cristo é claramente evidente em cada caso. Na passagem acima ele declara que a justiça de Deus, que é “pela fé de Cristo”, é conferida “sobre todos os que crêem” (Aqui, sim, temos a nossa fé n’Ele).
Semelhantemente, em Gál. 3.22 ele declara que “a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé de Jesus Cristo fosse dada aos crentes.” Aqui, de novo, cremos porque Ele é digno da nossa confiança.
Uma vez mais em Fil. 3.9, o Apóstolo expressa o seu desejo de uma justiça não sua, “mas a que vem pela fé de Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé.” Eis de novo aqui a fé do homem! Ele tem fé em Cristo porque Cristo é totalmente fiel, absolutamente digno de ser crido. Ele pagou a plena condenação dos nossos pecados e está agora no céu a dispensar os méritos do Calvário – riquezas de graça, misericórdia e perdão.
Porém lembre-se que “a fé de Cristo” precede sempre a nossa fé em Cristo. De que nos valeria crer n’Ele para a salvação se Ele não fosse digno de ser confiado para isso? Todavia Ele pode ser confiado para “salvar perfeitamente os que por Ele se chegam a Deus” (Heb. 7:25). Foi por isso que Paulo pôde dizer ao aterrorizado carcereiro em Filipos: “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo” (Actos 16:31).
Nas Epístolas de Paulo ele refere-se sete vezes à “fé de Cristo” e em cada uma delas o seu propósito é enfatizar a dignidade de absoluta confiança do nosso Senhor. Que não se refere à nossa fé em Cristo é claramente evidente em cada caso. Na passagem acima ele declara que a justiça de Deus, que é “pela fé de Cristo”, é conferida “sobre todos os que crêem” (Aqui, sim, temos a nossa fé n’Ele).
Semelhantemente, em Gál. 3.22 ele declara que “a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé de Jesus Cristo fosse dada aos crentes.” Aqui, de novo, cremos porque Ele é digno da nossa confiança.
Uma vez mais em Fil. 3.9, o Apóstolo expressa o seu desejo de uma justiça não sua, “mas a que vem pela fé de Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé.” Eis de novo aqui a fé do homem! Ele tem fé em Cristo porque Cristo é totalmente fiel, absolutamente digno de ser crido. Ele pagou a plena condenação dos nossos pecados e está agora no céu a dispensar os méritos do Calvário – riquezas de graça, misericórdia e perdão.
Porém lembre-se que “a fé de Cristo” precede sempre a nossa fé em Cristo. De que nos valeria crer n’Ele para a salvação se Ele não fosse digno de ser confiado para isso? Todavia Ele pode ser confiado para “salvar perfeitamente os que por Ele se chegam a Deus” (Heb. 7:25). Foi por isso que Paulo pôde dizer ao aterrorizado carcereiro em Filipos: “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo” (Actos 16:31).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



