A verdade do Evangelho
Paulo fala duas vezes em Gálatas 2 da "verdade do Evangelho.” Em ambos os casos o Apóstolo foi forçado a falar para defender a pureza do “Evangelho da graça de Deus.”
Nos versículos 4,5 ele refere-se à sua contenda com os de Jerusalém que queriam colocar os crentes Gentios sob a lei de Moisés. Entre eles estavam “falsos irmãos.” Diz ele, “que se tinham entremetido, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão; aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do Evangelho permanecesse entre vós.”
Como todos nós deveríamos agradecer a Deus pela vigorosa defesa que Paulo fez do Evangelho da graça, sob o qual todos os que confiam em Cristo como Salvador são baptizados pelo Espírito Santo na única verdadeira Igreja bíblica (1 Cor. 12:13).
Indubitavelmente a firmeza de Paulo pelo “Evangelho da graça de Deus” deriva do facto de ele próprio ter experimentado a verdade desta mensagem bendita. Ele fora gloriosamente salvo como principal dos pecadores. Todo o seu poder e prestígio como Fariseu, todo o seu êxito intelectual, toda a sua observância rígida da lei agora nada significavam, depois de na presença do Senhor glorificado ele se ver pecador, o principal dos pecadores, e ser salvo pela incomparável graça de Deus.
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



