Quem nos separará?
“Quem nos separará do amor de Cristo?” (Rom. 8:35).
Os verdadeiros Cristãos foram salvos da condenação do pecado por apenas uma razão: por causa “do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
João escreveu por inspiração divina:
“Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou Seu Filho para propiciação [satisfação] pelos nossos pecados.”
“Nós O amamos a Ele porque Ele nos amou primeiro” (1 João 4:10,19).
Compreendamos isto claramente e lembremo-lo sempre! Não é o nosso amor para com Ele, mas o Seu amor para connosco, que nos salva – e é o Seu amor para connosco que nos mantém salvos. É aqui que temos de começar a vida Cristã.
Um marido desencaminhado um dia voltou para a sua condoída esposa, depois de viver em pecado durante muitos meses. Com o coração a soluçar de remorso e vergonha, ele disse-lhe a ela quantas vezes tinha anelado estar de novo em casa com a mulher que ele sabia que lhe era tão fiel. Interrogado, então sobre a razão de ele não ter voltado mais cedo, ele explicou que estava envergonhado; ao que a sua mulher replicou: “John, quero que saibas uma coisa e que nunca te esqueças dela: “Eu amo-te.” Soluçando, ele respondeu: “Quem não quereria viver com uma mulher como esta?”
Exactamente assim é o conhecimento de que Cristo nos ama independentemente de tudo; que nada nos separará do Seu amor; é isto que leva o crente sincero a determinar-se, pela graça de Deus, a ser-Lhe sempre fiel.
Assim a doutrina das Escrituras da segurança eterna do crente em Cristo de modo algum conduz a um viver descuidado. Pelo contrário, faculta a maior motivação possível para viver “neste presente século sóbria, e justa, e piamente” (Tito 2:11,12).
“Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou Seu Filho para propiciação [satisfação] pelos nossos pecados.”
“Nós O amamos a Ele porque Ele nos amou primeiro” (1 João 4:10,19).
Compreendamos isto claramente e lembremo-lo sempre! Não é o nosso amor para com Ele, mas o Seu amor para connosco, que nos salva – e é o Seu amor para connosco que nos mantém salvos. É aqui que temos de começar a vida Cristã.
Um marido desencaminhado um dia voltou para a sua condoída esposa, depois de viver em pecado durante muitos meses. Com o coração a soluçar de remorso e vergonha, ele disse-lhe a ela quantas vezes tinha anelado estar de novo em casa com a mulher que ele sabia que lhe era tão fiel. Interrogado, então sobre a razão de ele não ter voltado mais cedo, ele explicou que estava envergonhado; ao que a sua mulher replicou: “John, quero que saibas uma coisa e que nunca te esqueças dela: “Eu amo-te.” Soluçando, ele respondeu: “Quem não quereria viver com uma mulher como esta?”
Exactamente assim é o conhecimento de que Cristo nos ama independentemente de tudo; que nada nos separará do Seu amor; é isto que leva o crente sincero a determinar-se, pela graça de Deus, a ser-Lhe sempre fiel.
Assim a doutrina das Escrituras da segurança eterna do crente em Cristo de modo algum conduz a um viver descuidado. Pelo contrário, faculta a maior motivação possível para viver “neste presente século sóbria, e justa, e piamente” (Tito 2:11,12).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



