Corações derretidos
Corações derretidos, nas Escrituras, estão consistentemente associados a desânimo e medo. Notemos alguns exemplos:
“Então até o homem valente, cujo coração é como o coração de leão, sem dúvida desmaiará [ou, derreterá] …” (2 Sam. 17:10).
“Pelo que todas as mãos se debilitarão, e o coração de todos os homens se desanimará [ou, derreterá]” (Isa. 13.7).
“Vazia, e esgotada e devastada ficará: e derrete-se o coração, e tremem os joelhos …” (Naum 2.10).
Os Cristãos, portanto, não oram por corações derretidos, como muitos fazem. Neste momento há muitos crentes com corações derretidos! Na realidade, os homens de Deus, ao longo dos séculos, têm sempre descoberto que é uma verdadeira tarefa impedir que os corações dos Cristãos se derretam. O medo pode converter-se facilmente em cobardia, e a cobardia, como a coragem, é extremamente contagiosa. Por essa razão Deus instruiu explicitamente os oficiais militares de Israel para anunciarem aos seus exércitos:
“…Qual é o homem medroso e de coração tímido? Vá, e torne-se à sua casa, para que o coração de seus irmãos se não derreta como o seu coração.” (Deut. 20:8).
Se o povo de Deus alguma vez necessitou de confiança e de coragem é nos dias de crise – especialmente crise espiritual – em que vivemos. A palavra de Paulo aos crentes Efésios é aqui apropriada:
“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Efé. 6:12).
Graças a Deus! Apesar da oposição do nosso adversário durante “este presente século mau” requerer especial coragem e firmeza de coração, Deus fez para nós uma provisão particular, pois deu-nos mais luz da Sua palavra do que foi dada aos crentes dos séculos anteriores e podemos enfrentar o inimigo com “toda a armadura de Deus.” Além disso temos a Palavra de Deus por meio de Paulo, o combatente cicatrizado pela batalha:
“Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. Portanto não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro Seu; antes participa das aflições do Evangelho segundo o poder de Deus” (2 Tim. 1:7,8).
“Pelo que todas as mãos se debilitarão, e o coração de todos os homens se desanimará [ou, derreterá]” (Isa. 13.7).
“Vazia, e esgotada e devastada ficará: e derrete-se o coração, e tremem os joelhos …” (Naum 2.10).
Os Cristãos, portanto, não oram por corações derretidos, como muitos fazem. Neste momento há muitos crentes com corações derretidos! Na realidade, os homens de Deus, ao longo dos séculos, têm sempre descoberto que é uma verdadeira tarefa impedir que os corações dos Cristãos se derretam. O medo pode converter-se facilmente em cobardia, e a cobardia, como a coragem, é extremamente contagiosa. Por essa razão Deus instruiu explicitamente os oficiais militares de Israel para anunciarem aos seus exércitos:
“…Qual é o homem medroso e de coração tímido? Vá, e torne-se à sua casa, para que o coração de seus irmãos se não derreta como o seu coração.” (Deut. 20:8).
Se o povo de Deus alguma vez necessitou de confiança e de coragem é nos dias de crise – especialmente crise espiritual – em que vivemos. A palavra de Paulo aos crentes Efésios é aqui apropriada:
“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Efé. 6:12).
Graças a Deus! Apesar da oposição do nosso adversário durante “este presente século mau” requerer especial coragem e firmeza de coração, Deus fez para nós uma provisão particular, pois deu-nos mais luz da Sua palavra do que foi dada aos crentes dos séculos anteriores e podemos enfrentar o inimigo com “toda a armadura de Deus.” Além disso temos a Palavra de Deus por meio de Paulo, o combatente cicatrizado pela batalha:
“Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. Portanto não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro Seu; antes participa das aflições do Evangelho segundo o poder de Deus” (2 Tim. 1:7,8).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



