Sempre abundantes
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Cor. 15:58).
Nós devemos notar cuidadosamente que o Apóstolo Paulo dirige-se aqui apenas aos seus irmãos em Cristo, àqueles que verdadeiramente nasceram de novo – nascidos na família de Deus.
Além disso, ele enviou este apelo aos Cristãos em toda a parte: a “todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso” (1 Cor. 1:2). Ele sabia que existe uma tendência em todos os crentes serem tentados a abandonar a obra do Senhor por causa do desânimo ou descuido, por isso ele insta connosco para sermos “firmes" e “constantes,” lembrando-nos que o nosso trabalho “não é vão no Senhor.”
Como precisamos desta exortação! Nós não desistimos logo dos nossos negócios ou famílias. Nós esforçamo-nos a despeito das dificuldades e obstáculos, e quando o quadro se apresenta mais negro muitas vezes trabalhamos ainda mais arduamente. Por vezes os nossos corpos sofrem por isso, mas nós não cedemos imediatamente.
E quanto mais urgente é a obra do Senhor! As almas, por quem Cristo morreu, estão a perecer à nossa volta. É nosso inteiro dever orar por elas e falar-lhes do Seu amor. É nossa responsabilidade esforçarmo-nos e sacrificarmo-nos para que elas possam ouvir e crer nas boas notícias. O que é que diremos quando um dia comparecermos diante do nosso Salvador, se tivermos ficado satisfeitos meramente por O termos conhecido apenas nós? E o que é que Ele dirá?
Ergamo-nos então e decidamo-nos por sermos “sempre abundantes na obra do Senhor.” A vida é demasiado curta para desperdiçarmos os preciosos momentos que Deus nos deu para proclamarmos a Sua graça salvadora. Digamos-lhes, então, com os lábios e com a vida, com o nosso testemunho e com o nosso comportamento, que “Cristo Jesus veio ao mundo salvar os pecadores” e que “temos a redenção pelo Seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da Sua graça” (Efé. 1:7).
Além disso, ele enviou este apelo aos Cristãos em toda a parte: a “todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso” (1 Cor. 1:2). Ele sabia que existe uma tendência em todos os crentes serem tentados a abandonar a obra do Senhor por causa do desânimo ou descuido, por isso ele insta connosco para sermos “firmes" e “constantes,” lembrando-nos que o nosso trabalho “não é vão no Senhor.”
Como precisamos desta exortação! Nós não desistimos logo dos nossos negócios ou famílias. Nós esforçamo-nos a despeito das dificuldades e obstáculos, e quando o quadro se apresenta mais negro muitas vezes trabalhamos ainda mais arduamente. Por vezes os nossos corpos sofrem por isso, mas nós não cedemos imediatamente.
E quanto mais urgente é a obra do Senhor! As almas, por quem Cristo morreu, estão a perecer à nossa volta. É nosso inteiro dever orar por elas e falar-lhes do Seu amor. É nossa responsabilidade esforçarmo-nos e sacrificarmo-nos para que elas possam ouvir e crer nas boas notícias. O que é que diremos quando um dia comparecermos diante do nosso Salvador, se tivermos ficado satisfeitos meramente por O termos conhecido apenas nós? E o que é que Ele dirá?
Ergamo-nos então e decidamo-nos por sermos “sempre abundantes na obra do Senhor.” A vida é demasiado curta para desperdiçarmos os preciosos momentos que Deus nos deu para proclamarmos a Sua graça salvadora. Digamos-lhes, então, com os lábios e com a vida, com o nosso testemunho e com o nosso comportamento, que “Cristo Jesus veio ao mundo salvar os pecadores” e que “temos a redenção pelo Seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da Sua graça” (Efé. 1:7).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



