Paz e entrada
“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; pelo Qual também temos entrada …” (Rom. 5:1,2).
“Tendo sido … justificados … temos paz com Deus”! Que bênção inestimável! Nós, crentes, somos propensos em tomar demasiado esta bênção como um dado adquirido.
Desde o dia em que confiámos em Cristo e o fardo do pecado foi removido, a maioria de nós nunca mais questionou o nosso destino eterno. Daí o perigo de tomarmos a nossa salvação como um dado adquirido. Muitas vezes falhamos em apreciar a suficiência do que significa poder levantar de manhã, ir para o trabalho durante o dia e ceder à inconsciência à noite, sempre certos de que por meio da obra redentora do nosso Senhor temos “paz com Deus” e o nosso destino eterno está seguro. Certamente que este conhecimento deveria esmagar os nossos corações com gratidão constante e ter um profundo efeito sobre a nossa conduta diária.
A bênção acompanhante da “paz com Deus” é a nossa plena e livre entrada à Sua presença: uma outra bênção da graça muitíssimo pouco apreciada. Pense na maravilha da nossa livre entrada a Deus; como Ele, o Regente do Universo, nos convida a vir com confiança ao Seu “trono da graça” para nossa conveniência – “em tempo de necessidade.”
“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Heb. 4:16).
Nós nunca nos devemos esquecer que este alto privilégio foi-nos adquirido pelo precioso sangue de Cristo, e que tendo sido assim adquirido, é da Sua vontade que nós, crentes, tiremos proveito desta graça. Poderia haver maior prova do Seu amor por nós?
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
“Pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela Sua carne,
“Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé …” (Heb. 10:19-22).
Desde o dia em que confiámos em Cristo e o fardo do pecado foi removido, a maioria de nós nunca mais questionou o nosso destino eterno. Daí o perigo de tomarmos a nossa salvação como um dado adquirido. Muitas vezes falhamos em apreciar a suficiência do que significa poder levantar de manhã, ir para o trabalho durante o dia e ceder à inconsciência à noite, sempre certos de que por meio da obra redentora do nosso Senhor temos “paz com Deus” e o nosso destino eterno está seguro. Certamente que este conhecimento deveria esmagar os nossos corações com gratidão constante e ter um profundo efeito sobre a nossa conduta diária.
A bênção acompanhante da “paz com Deus” é a nossa plena e livre entrada à Sua presença: uma outra bênção da graça muitíssimo pouco apreciada. Pense na maravilha da nossa livre entrada a Deus; como Ele, o Regente do Universo, nos convida a vir com confiança ao Seu “trono da graça” para nossa conveniência – “em tempo de necessidade.”
“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Heb. 4:16).
Nós nunca nos devemos esquecer que este alto privilégio foi-nos adquirido pelo precioso sangue de Cristo, e que tendo sido assim adquirido, é da Sua vontade que nós, crentes, tiremos proveito desta graça. Poderia haver maior prova do Seu amor por nós?
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
“Pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela Sua carne,
“Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé …” (Heb. 10:19-22).
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



