O que está por detrás da sexualidade moderna
Sei que isso é esquisito, e até um pouco vergonhoso, mas é hora. Isso mesmo: É hora de falarmos de sexo.
Primeiro, quero deixar claro que o sexo é simplesmente outra função física, e não há nada de importante por detrás dele. Segundo, o amor não existe. Por isso, não se preocupe sobre o esperar até achar a pessoa certa. Aliás, você deveria envolver-se em sexo indiscriminado com qualquer pessoa que por acaso apareça no seu caminho. Resumindo: todo sexo é aceitável, em qualquer tempo, em qualquer idade, com qualquer um.
O quê? Você ficou ofendido com o que acabei de dizer? Olhe, tenho de ser sincero e confessar que essa conversa de sexo não é realmente da minha autoria original. Estou apenas a parafrasear Karl Marx. O que é importante entender, porém, é que embora o que acabei de dizer possa parecer loucura para si, é a perspectiva socialista exacta acerca do sexo. Entenda: a promiscuidade e os desvios sexuais desempenham um papel no estabelecimento de um sistema socialista de governo.
Quando ouvem a palavra “socialismo”, a maior parte das pessoas acha que é uma filosofia económica. As pessoas comuns associam o termo com a destruição do capitalismo e o governo tomando o sector privado. Embora isso seja certamente verdade, há também uma componente social correspondente que é muitas vezes ignorada. É, afinal de contas, chamado “social”-ismo. Marx entendia que o capitalismo não se sustenta sozinho. A ideia do livre mercado foi inventada por países ocidentais com valores éticos judaico-cristãos. Assim, ele sabia que qualquer interessado em destruir o capitalismo tem também de erradicar os alicerces fundamentais da sociedade que o sustentam.
O componente mais fundamental de todas as sociedades é a família. Na civilização ocidental, a família começa no casamento de um homem e uma mulher. Durante esse casamento, o marido é tradicionalmente o líder da família e o provedor de alimento, roupas e abrigo. A esposa cria um lar amoroso e cria os filhos. Os laços entre marido e esposa são vistos como espirituais, emocionais e exclusivos. O sexo é a expressão máxima desses laços e, de forma importante, o casamento só é consagrado depois de o marido e a esposa terem a sua experiência física íntima. Como tal, o sexo pré-conjugal é desencorajado na cultura ocidental, pois barateia e desvaloriza os laços entre marido e esposa e, consequentemente, o significado do casamento e família.
O socialismo não consegue funcionar sob o modelo de família da civilização ocidental. Sob um regime socialista, não pode haver família tradicional, pois o Estado é o líder e provedor de todos. Além disso, toda espiritualidade e emoção têm de ser reservadas exclusivamente para o Estado. Portanto, Marx sabia que para o socialismo ter êxito, ele tinha de achar um jeito de destruir a família. O modo mais fácil de alcançar essa meta, descobriu, era incentivando todos os tipos de sexo. Se o sexo fosse comum e indivíduos solteiros tivessem relações com quantos parceiros quisessem, o sexo perderia todo o seu sentido espiritual e emocional. Assim, o casamento tornar-se-ia irrelevante, e as famílias acabariam por deixar de existir.
Com esse propósito, Marx aplicou a sua filosofia económica à sua perspectiva acerca do casamento. Exactamente como ele pregava que toda propriedade privada tinha de ser abolida, da mesma forma ele pregava que todos os relacionamentos privados tinham de ser abolidos. No “Manifesto Comunista”, Marx exigiu “mulheres abertas para todos”, o que significava que nenhuma mulher deveria ser sexualmente exclusiva para um só homem. Em vez disso, as mulheres tinham de se repartir com todos os homens, sem nenhum compromisso. Essa é a origem do movimento de “amor livre” popularizado na década de 1960.
Aliás, não é por acaso que o aumento de programas assistencialistas de linha socialista na década de 1960 tenha coincidido com o aumento do movimento de “amor livre”. Foi um golpe socialista duplo contra a nossa cultura tradicional. A “liberalização sexual” desvalorizaria o sentido do sexo e família, e o Estado interviria para preencher o vazio, substituindo o marido como líder e provedor. Durante os 40 anos passados, testemunhamos o sucesso desse plano. Ano após ano, permitimos gradualmente que o governo ganhe mais e mais controle sobre as nossas vidas. Ao mesmo tempo, estamos também gradualmente a abandonar a nossa moralidade sexual tradicional e estamos a aceitar o sexo antes do casamento, a criação de filhos sem pais, o casamento gay e até mesmo a pornografia como tendência actual e normal.
O quê? Você ficou ofendido com o que acabei de dizer? Olhe, tenho de ser sincero e confessar que essa conversa de sexo não é realmente da minha autoria original. Estou apenas a parafrasear Karl Marx. O que é importante entender, porém, é que embora o que acabei de dizer possa parecer loucura para si, é a perspectiva socialista exacta acerca do sexo. Entenda: a promiscuidade e os desvios sexuais desempenham um papel no estabelecimento de um sistema socialista de governo.
Quando ouvem a palavra “socialismo”, a maior parte das pessoas acha que é uma filosofia económica. As pessoas comuns associam o termo com a destruição do capitalismo e o governo tomando o sector privado. Embora isso seja certamente verdade, há também uma componente social correspondente que é muitas vezes ignorada. É, afinal de contas, chamado “social”-ismo. Marx entendia que o capitalismo não se sustenta sozinho. A ideia do livre mercado foi inventada por países ocidentais com valores éticos judaico-cristãos. Assim, ele sabia que qualquer interessado em destruir o capitalismo tem também de erradicar os alicerces fundamentais da sociedade que o sustentam.
O componente mais fundamental de todas as sociedades é a família. Na civilização ocidental, a família começa no casamento de um homem e uma mulher. Durante esse casamento, o marido é tradicionalmente o líder da família e o provedor de alimento, roupas e abrigo. A esposa cria um lar amoroso e cria os filhos. Os laços entre marido e esposa são vistos como espirituais, emocionais e exclusivos. O sexo é a expressão máxima desses laços e, de forma importante, o casamento só é consagrado depois de o marido e a esposa terem a sua experiência física íntima. Como tal, o sexo pré-conjugal é desencorajado na cultura ocidental, pois barateia e desvaloriza os laços entre marido e esposa e, consequentemente, o significado do casamento e família.
O socialismo não consegue funcionar sob o modelo de família da civilização ocidental. Sob um regime socialista, não pode haver família tradicional, pois o Estado é o líder e provedor de todos. Além disso, toda espiritualidade e emoção têm de ser reservadas exclusivamente para o Estado. Portanto, Marx sabia que para o socialismo ter êxito, ele tinha de achar um jeito de destruir a família. O modo mais fácil de alcançar essa meta, descobriu, era incentivando todos os tipos de sexo. Se o sexo fosse comum e indivíduos solteiros tivessem relações com quantos parceiros quisessem, o sexo perderia todo o seu sentido espiritual e emocional. Assim, o casamento tornar-se-ia irrelevante, e as famílias acabariam por deixar de existir.
Com esse propósito, Marx aplicou a sua filosofia económica à sua perspectiva acerca do casamento. Exactamente como ele pregava que toda propriedade privada tinha de ser abolida, da mesma forma ele pregava que todos os relacionamentos privados tinham de ser abolidos. No “Manifesto Comunista”, Marx exigiu “mulheres abertas para todos”, o que significava que nenhuma mulher deveria ser sexualmente exclusiva para um só homem. Em vez disso, as mulheres tinham de se repartir com todos os homens, sem nenhum compromisso. Essa é a origem do movimento de “amor livre” popularizado na década de 1960.
Aliás, não é por acaso que o aumento de programas assistencialistas de linha socialista na década de 1960 tenha coincidido com o aumento do movimento de “amor livre”. Foi um golpe socialista duplo contra a nossa cultura tradicional. A “liberalização sexual” desvalorizaria o sentido do sexo e família, e o Estado interviria para preencher o vazio, substituindo o marido como líder e provedor. Durante os 40 anos passados, testemunhamos o sucesso desse plano. Ano após ano, permitimos gradualmente que o governo ganhe mais e mais controle sobre as nossas vidas. Ao mesmo tempo, estamos também gradualmente a abandonar a nossa moralidade sexual tradicional e estamos a aceitar o sexo antes do casamento, a criação de filhos sem pais, o casamento gay e até mesmo a pornografia como tendência actual e normal.
Jaime Sellards
Nota: Não é por acaso ser hoje notícia na vizinha Espanha Socialista: Curso que ensina masturbação para jovens causa polémica na Espanha



