Uma palavra aos pregadores (3)

Carlos M. Oliveira     “O bom desejo do meu coração e a oração a Deus” é:

     Senhor, dá-nos uma nova geração de pregadores assim - homens que não tenham nenhum desejo de ser populares; homens que não possam ser comprados; homens que não assumam posições denominacionais ou sectárias; homens que não tenham medo de denunciar o pecado tanto em lugares baixos como elevados; homens que não se envergonham do Evangelho da glória pois conhecem o seu poder; homens que têm uma mensagem; homens que creiam que ser Cristão não se esgota na mera fé em Cristo como Salvador, mas estende-se  a uma comunhão e experiência íntima com o Senhor; homens que podem dizer, "me esforcei por anunciar o Evangelho … de graça vos anunciei o Evangelho de Deus … as riquezas incompreensíveis de Cristo … a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto … a Palavra da salvação".

     Estes pregadores nunca serão populares, mas serão “de algum proveito a Deus” (Job 22:2) e “proveito … de muitos” (1 Co 10:33), e o que mais importa do que isto?

     Vivemos num mundo que se está a voltar vertiginosamente para o paganismo. Está-se a voltar para a adoração da criatura e não do Criador, que é bendito eternamente. A velha mentira satânica, “sereis como Deus” está a encontrar franca aceitação na nossa geração. Estamos a ser permanentemente confrontados, em toda a parte, com mudanças espalhafatosas, despudoradas e moralmente degradantes. Assistimos à rejeição generalizada dos padrões morais da Bíblia e vemos os homens a tornarem-se cada vez “mais amigos dos deleites, do que amigos de Deus”.

     A onda de apostasia tem avassalado tudo. A própria Cristandade está repleta de artificialismo, porém a salvação é um livramento consciente da culpa, do poder e da contaminação do pecado. Uma das razões porque muitas igrejas têm no seu seio pessoas perdidas é porque os seus pregadores têm falhado em distinguir claramente entre “ser religioso” e “ser salvo”. Curiosamente, na noite passada (18OUT13), um homem disse-nos que continuava a ter a mesma religião dos seus pais (crentes genuínos no Senhor Jesus Cristo), pensando provavelmente que dizendo-nos isso ficaríamos satisfeitos, contentes, lisonjeados. Sabíamos que estávamos diante de alguém arredio da salvação, da vida eterna. É claro que procurámos ajudá-lo de imediato, iluminando-o com a verdade do Evangelho, mostrando-lhe que ser religioso não significa ser salvo e que Deus requer salvação e não religião.

     Infelizmente, muitos estão perdidos em muitas igrejas professas porque tendo ido procurar pão foram-lhes dadas pedras. Tendo procurado descanso para as suas almas doentes, escutaram mensagens da parte de quem ainda anda tateando nas trevas. Ora, “um cego não pode guiar outro cego” (Lc 6:39). Haja pregadores segundo Deus – genuínos e que revelem indubitável “demonstração de Espírito e de poder”!

- C. M. O. 
(FIM)



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