Poder quando se ora (I)
UMA MENSAGEM DE BILLY GRAHAM
Uma simples oração pode ser o começo de uma nova vida para si – vida que é tanto abundante como eterna.
Nós não somos donos do nosso destino, nem individualmente, nem como nação. Como nos podemos gabar de que podemos controlar o nosso próprio destino quando um vírus pode abater dezenas de milhares? Como pode o nosso país insistir que nós, com o nosso poderio militar, a nossa grande riqueza e as nossas alianças no exterior, somos senhores do nosso próprio destino, quando a história prova que Deus moldou o curso desta nação?
Porém hoje atingimos um ponto em que muitas pessoas consideram a oração como uma simples formalidade. Não temos nenhum sentido de fascínio com Deus, mas tão-somente a continuação de uma tradição venerada. No entanto, como podemos prosseguir a menos que haja uma ênfase renovada na oração?
Milhares de pessoas só oram em momentos de grande stress, perigo ou insegurança. Cristo instruiu os Seus seguidores a orar sempre. As orações de Jesus eram tão fervorosas e tão directas que uma vez, quando ele tinha acabado de orar, os Seus seguidores voltaram-se para Ele e disseram: "Senhor, ensina-nos a orar" (Lc 11:1).
De um extremo da Bíblia ao outro consta o registo daqueles cujas orações foram respondidas - daqueles que mudaram o rumo da história através da oração; daqueles que oraram fervorosamente, e Deus respondeu. Abraão orou, e enquanto orou, Deus não destruiu a cidade de Sodoma, onde Ló, sobrinho de Abraão viveu.
Ezequias orou quando sua cidade foi ameaçada pelos exércitos invasores dos Assírios, sob a liderança de Senaqueribe. O exército de Senaqueribe foi destruído e a nação foi poupada durante mais uma geração - porque o rei tinha orado.
(Continua)



