Poder quando se ora (II)
Elias orou, e Deus enviou fogo do céu para consumir a oferta sobre o altar que ele tinha construído na presença dos inimigos de Deus. Eliseu orou, e o filho da mulher Sunamita foi ressuscitado dos mortos. Jesus orou à entrada do túmulo de Lázaro, e aquele que tinha estado morto há quatro dias saiu. O ladrão na cruz orou, e Jesus assegurou-lhe que estaria com Ele no Paraíso. Paulo orou, e nasceram igrejas na Ásia Menor e na Europa. Pedro orou, e Dorcas foi ressuscitada a fim de ter anos acrescidos de serviço a Jesus Cristo.
John Wesley orou, e um reavivamento aconteceu na Inglaterra. Jonathan Edwards orou, e um reavivamento ocorreu em Northampton, Massachusetts, EUA, onde milhares de pessoas se uniram às igrejas. A história tem sido alterada muitas vezes por causa da oração, e pode ser alterada novamente, caso as pessoas se coloquem de joelhos em oração de fé.
Quando os discípulos vieram a Jesus e disseram: "Senhor, ensina-nos a orar", o Salvador respondeu, dando-lhes a Sua petição modelo do "Pai-Nosso." No entanto, isso era apenas parte da sua instrução sagrada. Em dezenas de passagens Jesus Cristo ofereceu orientação adicional, e porque Ele praticava o que pregava, toda a Sua vida foi uma série de lições sobre a oração vitoriosa. Jesus teve apenas três anos de ministério público, mas Ele nunca teve pressa nas horas que passava em oração.
Nós, pelo contrário, oramos de forma rápida e descuidada. Proferimos fragmentos de versículos memorizados apressadamente na parte da manhã, e depois despedimo-nos de Deus para o resto do dia até fazermos umas petições de encerramento à noite. Este não é o programa de oração que Jesus delineou. Jesus suplicou muito e repetidamente. Está registado que Ele passou noites inteiras em súplicas fervorosas. Porém quão pouca perseverança e persistência e intercessão revelamos!
(Continua)



