O antídoto para o superficialismo do Cristianismo hodierno.

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     Se tivéssemos que retratar o Cristianismo hodierno diríamos que o Cristianismo de hoje, em geral, tem milhares de quilómetros de extensão, mas um mero centímetro de profundidade. O número de Cristãos hoje não é proporcional ao nível de discernimento e conhecimento que Deus espera e quer deles. Esta realidade é mais acentuada entre as gerações mais jovens, o que torna o caso deveras preocupante, pois hipoteca seriamente o futuro da igreja e constitui atestado de falência espiritual aos mais velhos, que não têm sabido encaminhar devidamente os mais novos.

     Hoje vivemos num mundo em que deixou de haver absolutos - tudo  é relativo. A sociedade relativista em que vivemos presentemente tem conseguido permear a igreja diluindo-lhe  a verdade que sempre ostentou. Como tudo é relativo, infelizmente também na igreja, a verdade – entenda-se Escrituras - deixou de ser absoluta e portanto importante.

     A constatação deste facto merece a mais séria reflexão de todos os que se dizem crentes.

     Atentemos para o que ensinam as Escrituras, estudando-as apaixonadamente, pois será o seu conhecimento que dará profundidade ao nosso Cristianismo.

     "Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento" (Hebreus 5:12).

     “Longe está o que foi, e profundíssimo; quem o achará?” (Eclesiastes 7:24).

      “Quão grandes são, Senhor, as Tuas obras! mui profundos são os Teus pensamentos.”  (Salmos 92:5).

     “Falou Daniel, e disse: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque … Ele revela o profundo e o escondido” (Daniel 2:20,22).

     “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.  Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (1 Coríntios 2:9,10).

     “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!” (Romanos 11:33).
- C.M.O.

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