Igreja em chamas
Os jornais de Chicago noticiaram noutro dia a deflagração de um incêndio, numa grande igreja, que causou um prejuízo de meio milhão de dólares. A nossa simpatia vai para o pastor e a congregação que, na melhor das hipóteses, terá de, durante algum tempo, prosseguir sob arranjos provisórios. Mas a notícia lembrou-me da história de um incêndio numa outra igreja. Estava muita gente a ver os bombeiros a apagar as chamas no edifício, quando um homem identificou um amigo na multidão. “Ei, Bob!”, gritou ele. “É a primeira vez que te vejo na igreja!” “Bem,” respondeu o outro, “É a primeira vez que vejo uma igreja em chamas.”
Escrevemos isto como um apelo especial aos verdadeiros Cristãos nascidos de novo. Não é verdade que se os crentes estivessem mais incendiados – “em chamas” – por amor a Cristo, mais completamente dedicados a Ele, os que estão actualmente desinteressados seriam mais propensos a tornar-se interessados e a conhecerem-n’O como seu Salvador? Nós perdemos o interesse ou desanimamos, e desistimos facilmente. É por isso que o Apóstolo Paulo, o embaixador incansável de Cristo, escreveu:
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Cor. 15:58).
Esta, repetimos, é a sua exortação apenas aos crentes, pois Deus não aceitará o nosso dinheiro ou as nossas boas obras, antes de primeiro termos aceite “o dom de Deus”, que é “a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Rom. 6:23).
Aceite este dom; confie no Cristo que morreu pelos seus pecados e lhe dá depois muito a fazer – o serviço mais recompensador que qualquer homem pode prestar.
Cornelius R. Stam



