Testemunhos acerca de John Bunyan, autor de "O Peregrino"
• John Burton, que prefaciou a primeira obra de Bunyan em 1656, disse em sua defesa: “Este homem não foi escolhido de uma universidade secular, mas de uma universidade celestial, a Igreja de Cristo”.
• John Owen, um dos maior teólogos da época, ao ser indagado pelo Rei Carlos II sobre o facto de um latoeiro inculto pregar, respondeu: “Pudesse eu possuir as habilidades do latoeiro para pregar, e, se apraz a sua majestade, alegremente renunciaria a todo o meu estudo”.
• George Whitefield, grande pregador puritano, disse sobre a obra O Peregrino: “Tem cheiro de prisão”. E prossegue: “Foi escrito quando o autor estava confinado na cadeia de Bedford. E os ministros nunca pregam ou escrevem tão bem como quando estão debaixo da Cruz: o Espírito de Cristo e da Glória repousa sobre eles.”
• Charles Haddon Spurgeon, o “príncipe dos pregadores”, que lia O Peregrino uma vez por ano, disse acerca de Bunyan: “Fure-o em qualquer parte; e você verá que o sangue dele é biblino, a própria essência da Bíblia flui dele. Ele não consegue falar sem citar um texto, pois a sua alma está cheia da Palavra de Deus.”



