Perigo de falsos ensinos
Os falsos ensinos sempre têm sido usados pelo diabo para contaminar os crentes, e com grande sucesso. Note-se o grande número de heresias e seitas que têm surgido. Vejamos, a seguir, algumas enfermidades mentais espirituais que as hostes das trevas estão actualmente a espalhar pelas igrejas, segundo uma classificação feita por Peter J Gadsden.
São contagiosas, se o crente não estiver a usar o seu capacete – “Tomai também o capacete da salvação, e a Espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Efé. 6:17):
A esquizofrenia originada pelo “neo-evangelicalismo”: este despreza a doutrina da inspiração das Escrituras, e promove a infiltração da igreja dentro do mundo ao invés da separação bíblica. Tem como alvo conquistar o mundo para Cristo, afrouxando a mensagem do Evangelho para torná-la mais agradável ao paladar do mundo. Enfatiza o amor e dá pouca relevância à justiça, à obediência a Deus e à santificação da vida do crente. (2 Coríntios 6:17).
O tumor do ecumenismo que tem por objectivo uma união com a Babilónia religiosa, inimiga feroz dos “santos e das testemunhas de Jesus” (Apocalipse 17:6).
A infecção do evangelismo ecuménico, expresso na harmonização da mensagem do Evangelho, dos hinos e dos cultos, com várias heresias e seitas, sem o cuidado de observar meticulosamente o que ensina a Palavra de Deus. Produz uma espécie de meningite espiritual, paralisando a acção do Espírito Santo na igreja (Colossenses 3:16,17).
A demência do movimento carismático, com crescentes elementos de actividade maníaca, incluindo o agir e latir como cães e as risadas histéricas. Julgam que isso é que vem a ser o enchimento com o Espírito Santo, mas é loucura. (Efésios 4:30).
A paralisia do modernismo, que tem afectado a grande maioria das igrejas que se dizem cristãs. Os seus líderes pensam que têm autoridade e competência para julgar a seu modo o que é relevante no ensino bíblico e esquecer o demais. Paralisam as mentes do povo com os seus ensinos falsos e liberais e o seu desvio do estudo detalhado de toda a Bíblia. (Judas 18,19).
A alienação mental do “versionismo” moderno da Bíblia, com versões da Bíblia feitas para agradar vários grupos, mas que contêm enganos, alguns muito subtis. Algumas versões têm o claro propósito de dar fundamento a doutrinas falsas. (2 Pedro 1:20,21).
A depressão do Arminianismo, que afirma que uma pessoa mediante os seus próprios esforços pode alcançar e depois perder a salvação da sua alma. (João 10:28).
Os colapsos nervosos dos que se convencem de que têm que se salvar pelas suas obras, pelos seus sacrifícios pessoais, pela obediência às tradições humanas e por doutrinas de demónios (Romanos 3:23,24,27).
Quem protege sua cabeça com o capacete da salvação defende-se do contágio dessas enfermidades satânicas. A sua esperança não está firmada em vãs doutrinas humanas, na inconstância das tradições e na vacuidade do livre arbítrio, mas na Palavra de Deus, e na pedra angular da Igreja, que é Cristo.
A esquizofrenia originada pelo “neo-evangelicalismo”: este despreza a doutrina da inspiração das Escrituras, e promove a infiltração da igreja dentro do mundo ao invés da separação bíblica. Tem como alvo conquistar o mundo para Cristo, afrouxando a mensagem do Evangelho para torná-la mais agradável ao paladar do mundo. Enfatiza o amor e dá pouca relevância à justiça, à obediência a Deus e à santificação da vida do crente. (2 Coríntios 6:17).
O tumor do ecumenismo que tem por objectivo uma união com a Babilónia religiosa, inimiga feroz dos “santos e das testemunhas de Jesus” (Apocalipse 17:6).
A infecção do evangelismo ecuménico, expresso na harmonização da mensagem do Evangelho, dos hinos e dos cultos, com várias heresias e seitas, sem o cuidado de observar meticulosamente o que ensina a Palavra de Deus. Produz uma espécie de meningite espiritual, paralisando a acção do Espírito Santo na igreja (Colossenses 3:16,17).
A demência do movimento carismático, com crescentes elementos de actividade maníaca, incluindo o agir e latir como cães e as risadas histéricas. Julgam que isso é que vem a ser o enchimento com o Espírito Santo, mas é loucura. (Efésios 4:30).
A paralisia do modernismo, que tem afectado a grande maioria das igrejas que se dizem cristãs. Os seus líderes pensam que têm autoridade e competência para julgar a seu modo o que é relevante no ensino bíblico e esquecer o demais. Paralisam as mentes do povo com os seus ensinos falsos e liberais e o seu desvio do estudo detalhado de toda a Bíblia. (Judas 18,19).
A alienação mental do “versionismo” moderno da Bíblia, com versões da Bíblia feitas para agradar vários grupos, mas que contêm enganos, alguns muito subtis. Algumas versões têm o claro propósito de dar fundamento a doutrinas falsas. (2 Pedro 1:20,21).
A depressão do Arminianismo, que afirma que uma pessoa mediante os seus próprios esforços pode alcançar e depois perder a salvação da sua alma. (João 10:28).
Os colapsos nervosos dos que se convencem de que têm que se salvar pelas suas obras, pelos seus sacrifícios pessoais, pela obediência às tradições humanas e por doutrinas de demónios (Romanos 3:23,24,27).
Quem protege sua cabeça com o capacete da salvação defende-se do contágio dessas enfermidades satânicas. A sua esperança não está firmada em vãs doutrinas humanas, na inconstância das tradições e na vacuidade do livre arbítrio, mas na Palavra de Deus, e na pedra angular da Igreja, que é Cristo.
R. David Jones



