Inimigos internos do crente
Se queremos vencer na vida cristã, devemos principiar a luta por dentro. Deus começa sempre no interior. Um inimigo dentro da fortaleza é muito mais perigoso do que um que está do lado de fora.A Escritura ensina que, em cada crente, existem duas naturezas, lutando uma contra a outra.
Paulo diz, na sua epístola aos Romanos, capítulo sete, versículos catorze a vinte e três: «Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum: e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim; que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado, que está nos meus membros».
Também na epístola aos Gálatas, capítulo cinco, versículo dezassete, diz o mesmo apóstolo: «Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a Carne; e estes opõem-se um ao outro: para que não façais o que .quereis».
Quando fomos nascidos de Deus recebemos a Sua natureza, mas Ele não suprime toda a velha natureza imediatamente. Cada espécie de animal e ave é fiel à sua natureza. É fácil saber a natureza da pomba ou do canário. O cavalo é fiel à sua natureza, assim como a vaca. Mas o crente tem duas naturezas, e não deve permitir que o mundo, ou Satanás, lhe façam crer que a velha natureza esteja extinta, porque isso não é verdade. «Considerai-vos como mortos», mas, se em verdade estivésseis mortos não teríeis ocasião de vos considerar como mortos, não é verdade?
«Subjugo o meu corpo», se o corpo estivesse morto, Paulo não teria necessidade de subjugá-lo. Estou morto, isto é, judicialmente, mas a velha natureza ainda vive, e, portanto, se não subjugar o meu corpo e crucificar a carne com as suas concupiscências, esta natureza carnal aproveitará a minha fraqueza e escravizar-me-á. Muitas homens permanecem toda a sua vida, escravos da antiga natureza, quando podiam gozar de liberdade, se quisessem viver esta vida vencedora. O velho Adão não morreu. Permanece corrupto.
«Desde a planta do pé até à cabeça não há nele coisa sã, mas sim feridas, inchaços e chagas podres: não estão curadas, nem ligadas, nem suavizadas com azeite.»
A certo cavalheiro, na Índia, foi oferecido uma vez um filhote de tigre, o qual domou, domesticando-o. Este cresceu e um dia provou sangue. Bastou isto para despertar nele a sua natureza de tigre de maneira que teve de ser abatido. Assim se passa com a natureza velha no crente. Nunca morre, ainda que possa ser subjugada; e, a não ser que haja vigilância e oração, conseguirá levar o crente a pecar. Alguém disse que a essência do pecado é o egocentrismo. É por meio do «EU» que Satanás opera.
De modo que o pior inimigo que temos de vencer é nós mesmos. Certo capitão converteu-se, em Londres. Era membro da alta sociedade. Alguns meses depois de aceitar o Senhor, alguém lhe perguntou. «Desde a sua conversão a Cristo quem tem sido o seu maior inimigo?»
Durante uns momentos pensou profundamente, e depois respondeu:
«Creio que eu próprio.»
«Ah!» disse a senhora que lhe fizera a pergunta, «já vejo que foi recebido na presença do Rei, porque é somente na Sua presença que aprendemos estas verdades.»
Mais preocupações me tem dado D. L. Moody do que qualquer outro homem que tenha encontrado. Muitos têm dificuldades com os seus servos.
Nunca pensaram que talvez a causa se encontra neles e não nos criados. Se um membro duma família está sempre de mau humor em breve toda a família se tomará rabugenta. Esta é a. verdade, ainda que ninguém o creia.
Se dirigirdes uma palavra a outros, com aspereza e mau humor, eles corresponderão de igual maneira.
Também na epístola aos Gálatas, capítulo cinco, versículo dezassete, diz o mesmo apóstolo: «Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a Carne; e estes opõem-se um ao outro: para que não façais o que .quereis».
Quando fomos nascidos de Deus recebemos a Sua natureza, mas Ele não suprime toda a velha natureza imediatamente. Cada espécie de animal e ave é fiel à sua natureza. É fácil saber a natureza da pomba ou do canário. O cavalo é fiel à sua natureza, assim como a vaca. Mas o crente tem duas naturezas, e não deve permitir que o mundo, ou Satanás, lhe façam crer que a velha natureza esteja extinta, porque isso não é verdade. «Considerai-vos como mortos», mas, se em verdade estivésseis mortos não teríeis ocasião de vos considerar como mortos, não é verdade?
«Subjugo o meu corpo», se o corpo estivesse morto, Paulo não teria necessidade de subjugá-lo. Estou morto, isto é, judicialmente, mas a velha natureza ainda vive, e, portanto, se não subjugar o meu corpo e crucificar a carne com as suas concupiscências, esta natureza carnal aproveitará a minha fraqueza e escravizar-me-á. Muitas homens permanecem toda a sua vida, escravos da antiga natureza, quando podiam gozar de liberdade, se quisessem viver esta vida vencedora. O velho Adão não morreu. Permanece corrupto.
«Desde a planta do pé até à cabeça não há nele coisa sã, mas sim feridas, inchaços e chagas podres: não estão curadas, nem ligadas, nem suavizadas com azeite.»
A certo cavalheiro, na Índia, foi oferecido uma vez um filhote de tigre, o qual domou, domesticando-o. Este cresceu e um dia provou sangue. Bastou isto para despertar nele a sua natureza de tigre de maneira que teve de ser abatido. Assim se passa com a natureza velha no crente. Nunca morre, ainda que possa ser subjugada; e, a não ser que haja vigilância e oração, conseguirá levar o crente a pecar. Alguém disse que a essência do pecado é o egocentrismo. É por meio do «EU» que Satanás opera.
De modo que o pior inimigo que temos de vencer é nós mesmos. Certo capitão converteu-se, em Londres. Era membro da alta sociedade. Alguns meses depois de aceitar o Senhor, alguém lhe perguntou. «Desde a sua conversão a Cristo quem tem sido o seu maior inimigo?»
Durante uns momentos pensou profundamente, e depois respondeu:
«Creio que eu próprio.»
«Ah!» disse a senhora que lhe fizera a pergunta, «já vejo que foi recebido na presença do Rei, porque é somente na Sua presença que aprendemos estas verdades.»
Mais preocupações me tem dado D. L. Moody do que qualquer outro homem que tenha encontrado. Muitos têm dificuldades com os seus servos.
Nunca pensaram que talvez a causa se encontra neles e não nos criados. Se um membro duma família está sempre de mau humor em breve toda a família se tomará rabugenta. Esta é a. verdade, ainda que ninguém o creia.
Se dirigirdes uma palavra a outros, com aspereza e mau humor, eles corresponderão de igual maneira.
Dwight L. Moody



