Unidade
No seu livro «The law of faith» [A Lei da Fé], Norman Grubb, dirigente da «Woridwide Evangelisation Crusade» [Cruzada de Evangelização Mundial], diz:
«Acaso não poderemos manter um ponto de vista tão amplo quanto à unidade essencial que é nossa em Cristo, ao importantíssimo facto de O termos todos por Centro nosso reverenciarmos a Sua Palavra, confiarmos no Seu Sangue, pregarmos o Seu Evangelho, que liguemos mais importância à unidade do que às divergências? Não poderemos, pois, ter comunhão uns com os outros, encontrarmo-nos como que em plataformas comuns, tomar parte uns com os outros em conferências e convenções, sem que sacrifiquemos a liberdade de expressão? Assim como frisamos com gratidão aquilo em que concordamos, não hesitemos em declarar os pontos de divergência; mas que o façamos com humildade e com bom humor, ainda que com convicção. «Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo jaz no maligno». Não somos muitos, enquanto que «todo o mundo» é muito extenso. Quanto importa, pois, que nos apoiemos uns aos outros! Deus concede dadas mensagens a dados mensageiros. Bem está. Que cada mensagem se proclame sem receio nem favor. Porém que se não deixe de reconhecer que há irmãos amantes de Deus que não partilham em absoluto do nosso ponto de vista, mas que no entretanto conseguem ver muito que nós não conseguimos ver. Assim, que os acolhamos a eles também. De certo que é esta a unidade evangélica, unidade que permite a mais absoluta liberdade.»



