Um grito por reavivamento
Por Stephen F. Olford
Quando o avivamento vem, é como se se erguesse um véu, e vemos Deus em acção nas próprias regiões onde anteriormente nada descortináramos senão trevas e derrota.
No seu livro «In the Day of Thy Power», Arthur Wallis ilustra este facto de uma maneira magnífica: «Houve em tempos um antigo reservatório nas serranias que abastecia de água os habitantes de uma aldeia. Alimentava-o um rio de montanha, e a água que transbordava do reservatório prosseguia no seu caminho pelo leito do rio até ao vale lá em baixo. Nada havia de notável neste rio. Sereno, prosseguia na sua marcha sem sequer alterar a posição das pedras que jaziam no seu caminho ou os pontos de passagem em vários sítios. Raramente transbordava pelas suas íngremes margens ou causava problemas aos aldeões. Um dia, porém, surgiram algumas fendas grandes numa das paredes do velho reservatório, e em breve ela ruía e as águas irrompiam pela colina abaixo. Na sua marcha impetuosa, arrancaram grandes árvores, levaram à sua frente rochas como se fossem brinquedos, destruíram casas, pontes e tudo quanto estava no seu caminho. O leito do rio já não podia conter o volume de água que, assim, transbordou pelos campos, chegando a inundar casas de habitação distantes. O que antes fora menosprezado ou tomado como natural era agora objecto de respeito, espanto e medo. De longe e de perto, gente que geralmente nunca se aproximava do rio acorreu a ver este grande espectáculo».
Em linguagem figurada, um avivamento é isto mesmo. Actualmente, Deus trabalha como aquele fio de água, mas, quando o avivamento vem, esse fio transforma-se num dilúvio poderoso que varre tudo à sua frente.
Em linguagem figurada, um avivamento é isto mesmo. Actualmente, Deus trabalha como aquele fio de água, mas, quando o avivamento vem, esse fio transforma-se num dilúvio poderoso que varre tudo à sua frente.



