Despertamento espiritual nas Novas Hébridas
Por Stephen F. Olford
Alguns de nós ainda se lembram de um despertamento espiritual que se verificou nas Novas Hébridas em 1949. O servo de Deus utilizado neste movimento da graça do Espírito Santo foi Duncan Campbell, que afirmou, ao narrar como Deus Se acercou do Seu povo nas Novas Hébridas:
«Pessoalmente, creio na soberania de Deus nos assuntos humanos, mas não acredito em qualquer conceito de serviço que elimine a responsabilidade do homem. Aqui estão homens e mulheres crentes num Deus fiel aos Seus compromissos; crentes em como o Deus a quem oram não pode deixar de os atender; mas crentes também em como eles próprios tinham um papel a desempenhar. Deus era o Deus do avivamento, mas eles eram os instrumentos, os agentes, que tornavam o avivamento possível. Ouvi um dos anciãos da igreja orar: 'Senhor, tens de o fazer Tu, pois nós não podemos; mas nós queremos dizer-Te agora que estamos aqui perante Ti como vasos vazios para Tu os encheres'. Tal era a sua confiança e convicção ao permanecerem na presença de Deus, mês após mês, três noites por semana, reunindo-se num celeiro às dez da noite e continuando ali perante o Senhor até às 4 e 5 horas da manhã. Sim, sabiam que o avivamento se aproximava, mas sabiam também que havia que pagar o preço.
«Esperaram. Os meses passavam sem que nada sucedesse, até que uma manhã — julgo que cerca das duas horas— um jovem muito conhecido dos conversos de Lewis pegou na sua Bíblia e leu o Salmo 24: 'Quem estará no Seu lugar santo ? Aquele que é... puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do Senhor'. Não a nossa bênção, mas a bênção.
«Este jovem fechou a Bíblia e, olhando para os seus companheiros de joelhos diante de Deus, bradou : 'Irmãos, é uma hipocrisia estarmos aqui à espera noite após noite, mês após mês, se não estivermos de bem com Deus. Tenho de perguntar a mim próprio: ‘0 meu coração será puro? As minhas mãos estarão limpas?'. E, naquele momento, um momento que perdurará na memória de Lewis, qualquer coisa aconteceu. Deus penetrou com veemência naquele grupo de oração, e naquele instante maravilhoso sete anciãos descobriram uma coisa que, era evidente, desconheciam ainda: que o avivamento tem de estar relacionado com a santidade. 'Será o meu coração puro? As minhas mãos estarão limpas?'. Sim, naquele momento deram por si no poder perscrutador da presença de Deus, e descobriram acerca de si próprios coisas de que nem sequer suspeitavam. Mas o sangue do Calvário cura e purifica.
Como disse, Deus penetrou veementemente naquela reunião, e perante Ele encontravam-se agora prostrados sete homens. Não me procureis no final desta reunião para me pedir que explique a manifestação física disto porque não serei capaz, mas, naquele momento, os homens ali reunidos ergueram-se da esfera do natural e foram transportados para o domínio do sobrenatural. Estes homens sabiam que o avivamento tinha chegado.»
Estas manifestações da prontidão de Deus em avivar o Seu povo verificaram-se no nosso tempo. Este facto, sem dúvida, deveria animar-nos a crer em coisas ainda maiores na nossa vida pessoal e nas nossas igrejas locais. Na realidade, até, para mim estes sons «de marcha pelas copas das amoreiras» (II Samuel 5.24) são uma indicação clara da proximidade do avivamento — desde que estejamos prontos neste dia do Seu poder.
«Esperaram. Os meses passavam sem que nada sucedesse, até que uma manhã — julgo que cerca das duas horas— um jovem muito conhecido dos conversos de Lewis pegou na sua Bíblia e leu o Salmo 24: 'Quem estará no Seu lugar santo ? Aquele que é... puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do Senhor'. Não a nossa bênção, mas a bênção.
«Este jovem fechou a Bíblia e, olhando para os seus companheiros de joelhos diante de Deus, bradou : 'Irmãos, é uma hipocrisia estarmos aqui à espera noite após noite, mês após mês, se não estivermos de bem com Deus. Tenho de perguntar a mim próprio: ‘0 meu coração será puro? As minhas mãos estarão limpas?'. E, naquele momento, um momento que perdurará na memória de Lewis, qualquer coisa aconteceu. Deus penetrou com veemência naquele grupo de oração, e naquele instante maravilhoso sete anciãos descobriram uma coisa que, era evidente, desconheciam ainda: que o avivamento tem de estar relacionado com a santidade. 'Será o meu coração puro? As minhas mãos estarão limpas?'. Sim, naquele momento deram por si no poder perscrutador da presença de Deus, e descobriram acerca de si próprios coisas de que nem sequer suspeitavam. Mas o sangue do Calvário cura e purifica.
Como disse, Deus penetrou veementemente naquela reunião, e perante Ele encontravam-se agora prostrados sete homens. Não me procureis no final desta reunião para me pedir que explique a manifestação física disto porque não serei capaz, mas, naquele momento, os homens ali reunidos ergueram-se da esfera do natural e foram transportados para o domínio do sobrenatural. Estes homens sabiam que o avivamento tinha chegado.»
Estas manifestações da prontidão de Deus em avivar o Seu povo verificaram-se no nosso tempo. Este facto, sem dúvida, deveria animar-nos a crer em coisas ainda maiores na nossa vida pessoal e nas nossas igrejas locais. Na realidade, até, para mim estes sons «de marcha pelas copas das amoreiras» (II Samuel 5.24) são uma indicação clara da proximidade do avivamento — desde que estejamos prontos neste dia do Seu poder.
Um Grito por Reavivamento



