A determinação de David Livingstone
F.W.Boreham conta a história de David Livingstone ao receber o doutoramento pela Universidade de Glasgow: Ele é magro e está fatigado como resultado do longo tempo exposto ao sol tropical. Em quase trinta ocasiões ele passou bem mal por causa das febres que emanam dos pântanos no interior, e estas doenças severas deixaram a sua marca. O seu braço esquerdo, esmagado por um leão, pendura, inútil, ao seu lado. Um silêncio cai sobre a grande assembleia quando ele anuncia a sua resolução de voltar à terra pela qual suportou tanto. “Mas eu volto”, disse ele, “sem receio e com grande alegria. Vocês gostariam de saber o que me sustentou durante todos os anos de exílio entre um povo cuja língua não conseguia entender, e cuja atitude para mim foi sempre incerta e muitas vezes hostil? Foi isso: ‘Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos!’ Nestas palavras eu arrisquei tudo, e elas nunca falharam!”.
"As pessoas falam do sacrifício que tenho feito por passar tanto tempo da minha vida em África. Será que podemos chamar sacrifício ao pagamento de uma simples parcela da dívida que temos para com o nosso Deus? Será sacrifício aquilo que nos traz as maiores recompensas em actividades prestativas, em sabermos que estamos fazendo o bem, o que nos traz paz de espírito e nos enche de esperança de um futuro glorioso depois desta vida?
"Não, não é um sacrifício de jeito nenhum. É um privilégio. Ocasionalmente a ansiedade, a doença, o sofrimento e o perigo, assim como a privação de alguns confortos desta vida podem levar-nos a hesitar, perturbar o nosso espírito e deprimir a nossa alma, mas que isso seja apenas por um momento.
"Tudo isso não é nada em comparação com as glórias que em nós hão de ser reveladas. Eu nunca fiz um sacrifício! Não podemos falar sobre isso quando nos lembramos do grande sacrifício feito por Aquele que deixou o trono do Pai nos céus para Se entregar por nós."
"As pessoas falam do sacrifício que tenho feito por passar tanto tempo da minha vida em África. Será que podemos chamar sacrifício ao pagamento de uma simples parcela da dívida que temos para com o nosso Deus? Será sacrifício aquilo que nos traz as maiores recompensas em actividades prestativas, em sabermos que estamos fazendo o bem, o que nos traz paz de espírito e nos enche de esperança de um futuro glorioso depois desta vida?
"Não, não é um sacrifício de jeito nenhum. É um privilégio. Ocasionalmente a ansiedade, a doença, o sofrimento e o perigo, assim como a privação de alguns confortos desta vida podem levar-nos a hesitar, perturbar o nosso espírito e deprimir a nossa alma, mas que isso seja apenas por um momento.
"Tudo isso não é nada em comparação com as glórias que em nós hão de ser reveladas. Eu nunca fiz um sacrifício! Não podemos falar sobre isso quando nos lembramos do grande sacrifício feito por Aquele que deixou o trono do Pai nos céus para Se entregar por nós."



