O preço da evangelização

Evangelização é a paixão de Moisés: — "O povo cometeu grande pecado. . . Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-Te, do livro que escreveste."
É a paixão de Paulo: "Ai de mim se não pregar o Evangelho!"
É o grito de angústia do Senhor Jesus Cristo, ao chorar sobre a cidade impenitente: "Ó, Jerusalém, quantas vezes quis Eu reunir teus filhos ..."
É a paixão de Paulo: "Ai de mim se não pregar o Evangelho!"
É o grito de angústia do Senhor Jesus Cristo, ao chorar sobre a cidade impenitente: "Ó, Jerusalém, quantas vezes quis Eu reunir teus filhos ..."
Evangelização é o grito de Knox: "Dá-me a Escócia ou eu morro", e de Wesley: "O mundo é a minha paróquia". Evangelização é Henry Martin desembarcando nas praias da Índia e gritando: "Aqui, deixem gastar-me por Deus!" "É David Brainerd tossindo sangue dos pulmões tuberculosos, quando sobre a neve orava pelos índios. É George Whitefield atravessando o Atlântico treze vezes numa pequena embarcação para pregar nas colónias americanas.
Evangelização é a paixão que levou a aristocrática Lady Donithorne, da nossa própria geração, a entrar nas favelas proibidas da "Cidadela" (a Cidade Murada) de Hong Kong para levar o bálsamo do Evangelho a alcoviteiras e prostitutas, a viciados em drogas e jogadores. É Jim Elliot e os seus jovens companheiros, manchando com sangue as areias de um riacho no Equador, para alcançar uma tribo ignorada dos índios Auca, para Cristo. É o médico Paulo Carson deixando sua vida confortável na Califórnia pelo Congo, para lá morrer com uma bala a atravessar-lhe o crânio.
Evangelização é uma cruz no coração de Deus.
Não conseguimos interesse pela evangelização automaticamente. Não entramos para ela por acaso, pois ela é um empreendimento tão caro que custou a Deus o próprio Filho. Custou a Jesus feridas profundas, suor, sangue e zombaria. Quando os quatro homens levaram o amigo paralítico a Jesus, tiveram de abrir o telhado para descê-lo até o Salvador. Como comenta um amigo meu, em palavras espirituosas: “Alguém teve de pagar por aquele telhado". Ninguém jamais vem a Jesus a não ser que alguém pague pelo telhado.
Evangelização é a paixão que levou a aristocrática Lady Donithorne, da nossa própria geração, a entrar nas favelas proibidas da "Cidadela" (a Cidade Murada) de Hong Kong para levar o bálsamo do Evangelho a alcoviteiras e prostitutas, a viciados em drogas e jogadores. É Jim Elliot e os seus jovens companheiros, manchando com sangue as areias de um riacho no Equador, para alcançar uma tribo ignorada dos índios Auca, para Cristo. É o médico Paulo Carson deixando sua vida confortável na Califórnia pelo Congo, para lá morrer com uma bala a atravessar-lhe o crânio.
Evangelização é uma cruz no coração de Deus.
Não conseguimos interesse pela evangelização automaticamente. Não entramos para ela por acaso, pois ela é um empreendimento tão caro que custou a Deus o próprio Filho. Custou a Jesus feridas profundas, suor, sangue e zombaria. Quando os quatro homens levaram o amigo paralítico a Jesus, tiveram de abrir o telhado para descê-lo até o Salvador. Como comenta um amigo meu, em palavras espirituosas: “Alguém teve de pagar por aquele telhado". Ninguém jamais vem a Jesus a não ser que alguém pague pelo telhado.
Leighton Ford



