Espinhos, cardos
Quando Deus, depois da queda, amaldiçoou a terra por causa do pecado do ser humano, Ele disse que desde então ela produziria espinhos e cardos e que Adão comeria o seu pão no suor do seu rosto (Gn 3:17-19). Desde aquele dia, os cardos e espinhos são uma figura da maldição do pecado que paira sobre a criação, e das pessoas caracterizadas pelo pecado.
Por Stephen F. Olford
Temos aqui algum perigo de cairmos num Cristianismo envergonhado e mole, sob o apelo de uma teologia etérea (irreal) e arrogante. O Cristianismo nasceu para ser resistente; não uma planta exótica, mas, sim, uma planta forte, imune ao frio, rodeada por um vento cortante; não lânguida (frouxa), nem infantil nem cobarde.
Uma igreja pode ser um navio de cruzeiro ou um navio de guerra.
Todos os mártires, sem exceção, foram obrigados a negar Jesus antes de serem executados ou mortos. Os mártires nunca foram mortos sumariamente. Era-lhes sempre dada a opção de viverem caso negassem sua fé. O diabo fazia questão de que negassem a sua fé. O que ele queria, de facto, é que negassem Jesus. É esse o seu objectivo principal. 


