
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum… Salmo 23:4
Foi uma experiência incrível sentar-me com a minha mãe durante os últimos dias da sua vida. Ela entendia claramente que depressa estaria com o Senhor a quem ela amava e serviu por mais de sessenta anos. Durante aqueles últimos dias e horas, conversei com ela e orei e, durante todo aquele tempo, nunca vi um lampejo de medo, incerteza ou dúvida. Ela sabia que deixar o corpo a colocaria na presença do Senhor. Ela viveu claramente a verdade do nosso versículo porque, quando a sombra da morte a tragou, ela não conheceu o mal. Ela não visualizou qualquer perigo porque experimentou a presença do Senhor. Estranhamente, achei um privilégio vê-la morrer tão bem.
—Paulo Young
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Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim, porque a minha alma confia em Ti; e à sombra das Tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades. Clamarei ao Deus altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa. Salmo 57:1,2
O teu pequeno quarto ou a tua cadeira especial podem ser a tua caverna agora mesmo, quando as tempestades estão a passar. Os pensamentos de David foram mais altos do que a proteção que as paredes rochosas da sua caverna lhe ofereciam. Ele imaginou-se protegido sob asas protetoras. Talvez ele tenha herdado a metáfora reconfortante dos seus bisavós (Rute 2:12). Nada tinha mudado fora da caverna naquela noite, mas debaixo daquelas asas, David foi capaz de “despertar o romper da alva” (v. 8) com a música que fluía do seu coração inabalável enquanto ele adorava o seu Deus.
— Peter Ramsay
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