Porque é que as pessoas arruínam as suas vidas com a droga?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: A filha adulta de um amigo meu está a arruinar a sua própria vida com drogas. Isto é uma epidemia, particularmente no nosso mundo atual. Esta jovem vem de uma boa família e vinha sendo uma boa menina na sua fase de crescimento. Como acontece isto e o que podemos fazer para a ajudar? - C.F.
Resposta: Desde os primeiros tempos, as pessoas experimentaram drogas num esforço para escapar à realidade. Hoje, centenas de milhões de pessoas usam drogas de alguma forma. Qualquer pessoa pode tornar-se física e psicologicamente viciada em qualquer droga, se se expuser a altas doses por um determinado período de tempo.
Os utilizadores de drogas vêm de todas as esferas da vida. Muitas das raízes da dependência podem ser encontradas na insegurança, no medo, na culpa, nas desilusões, na imoralidade e no comportamento sexual desviante, na frustração, no stress, na pressão dos colegas e na intensa competição, como é exemplo o desporto profissional. Acrescente-se-lhes o grande vazio espiritual de que resultou num colapso dos padrões morais, na desintegração do lar, na turbulência global e na incrível disponibilidade das drogas. A dependência das drogas é um problema da pessoa no seu todo - espiritual, físico, emocional e social. Uma vez viciado, o dependente vive num mundo ilusório caracterizado por sentimentos e respostas emocionais paralisados, negações e delírios mentais, isolamento social e limbo espiritual. Para muitos, é um estado de impotência, uma vida sem retorno.
Existem três maneiras de ajudar. Uma: alcançar a pessoa com a mensagem de salvação que Jesus Cristo oferece a todos. O Seu perdão traz um frescor à vida e força para suportar as dificuldades que a vida pode trazer. Outra: ajudar a pessoa a entrar em contacto com centros de reabilitação de drogas, onde operadores qualificados podem ajudar uma pessoa assim a iniciar o processo de abstinência e recuperação. Finalmente: manter contacto com a pessoa oferecendo-lhe apoio e encorajamento e orar por ela.
- Billy Graham



