Faz diferença se Noé e a Arca realmente aconteceram, ou não?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Um documentário televisivo contou a história de Noé e a Arca, mas disse que não era uma história verdadeira. A maioria dos Cristãos acredita que o dilúvio realmente aconteceu. Isso realmente importa? - B.R.
Resposta: Só porque o Grande Dilúvio é uma história épica, não significa que não seja verdadeira. A Bíblia está repleta de realidade e a história de Noé é fascinante e importante. Deus disse a Noé para “construir uma arca”. Noé foi talvez o marinheiro mais improvável. Ele não sabia nada sobre navegar em alto mar e certamente não sabia como construir um barco. Mas ele cria em Deus.
Noé derrubou árvores para construir uma enorme arca em terra seca - longe de qualquer oceano - porque Deus enviaria um grande dilúvio. A destruição sobreviria a uma sociedade sem Deus. As pessoas riam e zombavam de Noé, mas por meio da sua obediência e fé em Deus, ele foi a primeira pessoa na Bíblia a ser chamada de justo.
Séculos depois da vida de Noé, o Senhor Jesus Cristo falou dele. A Bíblia diz que nos dias de Noé o mundo estava cheio de violência. As pessoas amavam o pecado, idolatrando-o, estando imersas no mesmo. O dilúvio não foi uma catástrofe natural, mas um tsunami moral. Deus trouxe juízo sobre as pessoas que não criam n’Ele.
O projeto de construção de Noé levou cerca de 100 anos enquanto as pessoas ouviam Noé declarar o aviso de Deus, porém, só Noé e a sua família subiram a bordo do grande barco com os animais. Nunca choveu na terra. As pessoas zombavam, contudo Noé creu em Deus e sobreviveu à maior catástrofe que o mundo alguma vez conheceu.
Esta é uma chamada para aqueles que não sabem que Cristo deseja salvá-los de se afogarem no pecado. Ele quer tirá-los das águas turbulentas do mesmo e colocá-los em terreno mais elevado. Não demore em aceitar a Sua salvação.
- Billy Graham
(Esta coluna baseia-se nas palavras e escritos do saudoso Billy Graham.)



