Como é que Deus pode existir se há tanto mal?

Resposta: Dou graças a Deus por querer acreditar - porque Deus vai honrar o seu desejo, revelando-Se a si. Jesus prometeu: "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á" (Mateus 7:7).
O Cristianismo é a única religião verdadeira?
Sim, o Cristianismo é a Única Religião Verdadeira. Isto pode soar terrivelmente dogmático e imbecil, mas a simples verdade é que o Cristianismo é a única religião verdadeira. Jesus disse que Ele é o único caminho para o Pai (Jo 14:6), que Ele é o único que revelou o Pai (Mt 11:27; Lc 10:22). Os cristãos não saem por aí dizendo que o Cristianismo é o único caminho porque eles são arrogantes, tacanhos, estúpidos e julgadores. Eles o fazem porque crêem naquilo que Jesus disse.
Eles crêem em Jesus que disse ser Deus (Jo 8:58; Êx 3:14), que perdoou pecados (Lc 5:20; 7:40), e que voltou da morte (Lc 24:24-29; Jo 2:19). Jesus disse que Ele era o único caminho. Jesus é único. Ou Ele dizia a verdade, ou então era louco, ou foi um mentiroso. Mas, desde que qualquer um concorda que Jesus foi um bom homem, como, então, Ele poderia ser bom e louco, ou bom e mentiroso? Ele tinha de estar a dizer a verdade. Ele é o único caminho.
Provas de que a Bíblia é a Palavra de Deus

1. A frescura da Bíblia atesta a sua inspiração divina.
A erosão dos séculos não a afectam. A Bíblia é semelhante a uma fonte de água. A fonte é sempre a mesma, mas a água é sempre fresca. É o Eldorado do tesouro celestial. Os filões de ouro nunca se esgotam nem os seus bolsos se esvaziam. Como com os tesouros da terra, os suas riquezas devem ser diligentemente procuradas, se as quisermos encontrar.
Sansão e o templo de Dagom

"Dois templos dos filisteus foram descobertos pelos arqueólogos...
Ambos os templos compartilham um desenho singular – o teto era sustentado por duas colunas centrais!
Como um famoso agnóstico se converteu

(Lew Wallace, autor do célebre livro «Ben-Hur», converteu-se quando o escrevia)
Alguém escreveu: «tinha acabado de ler o «Ben-Hur» e o livro ainda estava na mesa à minha frente quando o General Lewis Wallace, o autor, chegou. Apontei para o livro e disse-lhe que a leitura tinha sido para mim uma grande bênção; e disse mais, «Sei que o vou ler ainda bastantes vezes».
O autor manifestou-se satisfeito com o meu entusiasmo, pelo que me atrevi a dizer-lhe: «gostava de saber como foi que veio a escrever este romance».
Após uns momentos, respondeu, «Terei muito prazer em lhe contar». Procurou posição mais confortável na poltrona e com simplicidade e franqueza contou-me o seguinte:
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