Argumento demolidor de Isaac Newton contra o ateísmo

As "Leis de Newton" foram publicadas há 330 anos.
Corria o dia 5 de Julho de 1687, em Londres, quando foi publicada a primeira edição integral dos "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural", de Isaac Newton, que estabeleceram a teoria da gravitação universal, as leis da dinâmica e o desenvolvimento da óptica e da teoria corpuscular da luz, a base da física moderna.
Os "Princípios Matemáticos da Filosofia Natural" são normalmente designados por "Principia" ou por "Leis de Newton". Integram quase todas as áreas da física e da matemática, tal como hoje são concebidas, e deram origem a uma revolução científica apenas comparável à de Albert Einstein, encetada mais de dois séculos depois.
Isaac Newton nasceu no dia de Natal de 1642, há 375 anos, e morreu a 31 de Março de 1727, em Londres. No seu túmulo, em Westminster, o poeta Alexander Pope escreveu: "A Natureza e as Leis da Natureza estavam escondidas na noite. Então Deus disse: 'Faça-se Newton'. E tudo foi iluminado".
Newton foi um crente fantástico. Note o seguinte episódio da sua vida:
Isaac Newton e a Criação: Quem Fez Isto?
Isaac Newton tinha um amigo que, como ele, era um grande cientista. A grande diferença era que este amigo era ateu, enquanto Newton era um dedicado e devoto cristão. Embora sempre travassem batalhas acerca da existência e natureza de Deus, o mútuo interesse deles pela ciência aproximava-os.
Newton fez com que um mecânico muito habilidoso lhe fabricasse uma réplica em miniatura do nosso sistema solar. No centro estava uma grande bola folheada a ouro, representando o sol; girando ao redor dela, fixadas nas pontas de braços de vários comprimentos, estavam bolinhas menores, representando Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter e Saturno, na ordem e nas distâncias apropriadas. Todas as bolas eram de tal forma ligadas entre si, através de complexos mecanismos de engrenagens e de correias, que se moviam em perfeita harmonia ao se girar uma manivela.
Um dia, estando Newton a ler no seu estúdio, com o seu mecanismo sobre uma grande mesa perto de si, o amigo dele entrou. Apressando-se para lá, girou lentamente a manivela e, com indisfarçável admiração, viu todos os corpos celestiais moverem-se nas suas órbitas apropriadas e velocidades relativas.
Afastando-se uns poucos metros, exclamou: "Caramba! Quem fez esta coisa, tão maravilhosa?" Sem levantar os olhos do seu livro, Newton respondeu: "Ninguém!" Rapidamente, voltando-se para Newton, o ateu disse: "Evidentemente, não entendeste a minha pergunta. Eu perguntei: quem é que fez este mecanismo maravilhoso?" Levantando os olhos, Newton, solenemente, assegurou-lhe que ninguém o tinha feito, mas que apenas tinha acontecido que, por acaso, a matéria (que o ateu tão fortemente admirava) tinha-se agregado na forma do mecanismo. A isto, o atónito ateu replicou com certa raiva: "Deves pensar que sou louco! Claro que alguém fez isto; alguém que é um génio, e eu gostaria de saber quem ele é".
Deixando o seu livro de lado, Newton levantou-se, colocou uma mão no ombro do seu amigo, e disse: "Este mecanismo não é senão uma ínfima imitação de um sistema muito mais grandioso, cujas leis conheces. Ora, eu não sou capaz de convencer-te que este mero brinquedo existe sem um projectista e fabricante; apesar disso, professas crer que o maravilhoso original (do qual eu grosseiramente copiei e imitei um aspecto do projecto) veio a existir sem ter projectista e sem ter fabricante! Agora, diz-me, com que tipo de raciocínio chegas a uma conclusão tão absurda?"
O ateu foi imediatamente convencido e tornou-se num firme crente de que "O Senhor é Deus". (1 Rs 18:39).
"Bem-aventurado aquele ... cuja esperança está posta no SENHOR seu Deus. O que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto há neles, e o que guarda a verdade para sempre;" (Sl 146.5-6).