O problema do bem
Alguns ateus têm um problema com o mal. Eles dizem que não crêem em Deus porque existe demasiado mal no mundo. Mas alguém que diz que existe mal no mundo tem de explicar a origem da capacidade de se efectuar juízos morais. Se tudo o que existe é meramente resultado de caos e evolução sem significado, então não existe nem bem nem mal, certo ou errado; existe apenas sofrimento, desconforto, e morte – sendo todos nós importunados passageira e fugazmente com ausência de dor, tranquilidade e respiração.
Na realidade, atendendo à capacidade e criatividade das pessoas, o grande assombro não é que exista mal, mas que exista bem. Porque é que a vida não é mais horrível e despojada de alegria do que é? Porque é que a sociedade não se desmorona em competição violenta e constante luta como acontece com os animais predatórios e as suas presas? Porque é que as pessoas simplesmente não se arranham e esgadanham? Porque é que algumas pessoas se sacrificam?
Bem, a verdade é que a morte, o sofrimento, e o mal coagem-nos, a todos nós, – admitam os ateus ou não – a acreditar que algo está horrivelmente errado com o mundo. No fundo da nossa alma algo se rebela contra o mal. Os ateus professos têm de entender que não conseguem ter uma tal visão moral “do modo como as coisas devem ser” a menos que também admitam que existe um Deus.
George MacDonald uma vez comentou, “Se uma pessoa não acreditar na pessoa boa que pode ver, como crerá num Deus bom que não pode ver?” Esta é uma das razões porque os Cristãos se esforçam por amar e fazer o bem: proporciona aos ateus uma dúvida saudável sobre as suas crenças. E nós oramos para que isto os leve a reconhecer o Deus que construiu no seu interior um sentido de certo e errado – e um assombroso desejo do bem.
"Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os" (Romanos 2:15).
Na realidade, atendendo à capacidade e criatividade das pessoas, o grande assombro não é que exista mal, mas que exista bem. Porque é que a vida não é mais horrível e despojada de alegria do que é? Porque é que a sociedade não se desmorona em competição violenta e constante luta como acontece com os animais predatórios e as suas presas? Porque é que as pessoas simplesmente não se arranham e esgadanham? Porque é que algumas pessoas se sacrificam?
Bem, a verdade é que a morte, o sofrimento, e o mal coagem-nos, a todos nós, – admitam os ateus ou não – a acreditar que algo está horrivelmente errado com o mundo. No fundo da nossa alma algo se rebela contra o mal. Os ateus professos têm de entender que não conseguem ter uma tal visão moral “do modo como as coisas devem ser” a menos que também admitam que existe um Deus.
George MacDonald uma vez comentou, “Se uma pessoa não acreditar na pessoa boa que pode ver, como crerá num Deus bom que não pode ver?” Esta é uma das razões porque os Cristãos se esforçam por amar e fazer o bem: proporciona aos ateus uma dúvida saudável sobre as suas crenças. E nós oramos para que isto os leve a reconhecer o Deus que construiu no seu interior um sentido de certo e errado – e um assombroso desejo do bem.
"Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os" (Romanos 2:15).
Dean Ohlman