A Criação Visível Mostra-nos o Deus Invisível

 AVES OLÍMPICAS

Todos os quatro anos, os atletas de todo o mundo competem em representação das suas nações nos Jogos Olímpicos. Os jogos tiveram originalmente o seu início na Grécia onde os atletas competiam em eventos como o boxe e a luta. Os modernos Jogos Olímpicos de hoje tornaram-se fórum de orgulho nacional, para além de uma celebração de realização atlética.

Os corredores da Maratona Olímpica correm a prova de resistência padrão em dedicação a todos os atletas Olímpicos. Correr os 42.195 metros exige incrível determinação e excelentes condições aeróbicas. Estes corredores de topo Olímpicos têm que treinar durante anos para alcançarem este nível de elite.

Mas mais impressionante que as realizações atléticas humanas, são os exemplos de resistência incrível alcançado pelos pássaros, ao conseguirem façanhas que nenhum humano pode alcançar.

Tomemos como exemplo, a Ave Dourada do Pacífico.1 Este pequeno pássaro faz todos os Invernos voos migratórios de 88 dias, sem parar, do Círculo Árctico ao Hawai. Não sabe nadar, e não dorme nem descansa durante o seu voo migratório, perdendo 50% do peso do seu corpo durante esta jornada. Mais incrível ainda é o facto dos filhos desta ave crescerem e amadurecerem no Árctico e fazerem exactamente o mesmo voo migratório que os pais, mas sem instrução de navegação sobre o mar aberto onde o erro de um simples grau levá-los-ia a falhar o seu destino. Não se sabe se esta ave usa o sol ou as estrelas ou ambas as coisas para se orientar.

O Pintarroxo percorre cerca de 65 quilómetros por dia durante o seu voo migratório, uma distância que poucas pessoas poderiam fazer num só dia sem assistência. O Pintarroxo faz isto durante 78 dias.

Em experiências feitas com alguns pássaros tirados do seu habitat natural e libertados, o Patas Amarelas Menor cobriu os 3.000 kms que distam o Cabo Cod, Massachusetts, e a ilha de Martinique em apenas 6 dias. Uma média de 500 kms por dia!2

O vigor físico e a eficiência aeróbica das aves migratórias que se deslocam até 11.000 kms é impressionante. Mas acrescentemos a isto a sua capacidade de navegação até locais precisos sobre terreno desconhecido. Isto é motivo para nos interrogarmos como é que um processo evolutivo poderia “criar” estas capacidades. É uma violência aos limites da credibilidade acreditar que mecanismos de evolução casual não orientada tenham produzido os órgãos e sistemas que as aves precisam para efectuarem voos migratórios de longas distâncias, tendo pré-programado o conhecimento de como usar o sol, as estrelas ou pontos de referência no terreno para navegarem até um lugar onde nunca estiveram antes.

Uma vez que os pássaros não adquirem as capacidades físicas ou de navegabilidade migratória por prática ou experiência, não será mais plausível acreditar que essas capacidades são resultado de um projecto intencional, consciente, e não do acaso não orientado?

Na actividade migratória avícola apreciamos como o nosso Deus, o Criador, usa a distância, o tempo, e a capacidade de sobrevivência, bem como o sol, a lua e as estrelas como pontos de navegação. Se Ele programou os pássaros para voarem com tal resistência, não nos poderá ajudar a correr “com paciência a carreira que nos está proposta”? (Hebreus 12:1).

- MICHAEL G. WINDHEUSER, PH.D.


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1 Martin J. Incredible Creatures that Defy Evolution II. ExplorationFilms.com
2 Tyne J, AJ Berger. Fundamentals of Ornithology. John Wiley & Sons, 1976, pp. 362-363.

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