Criacionismo versus Evolucionismo

criacionismo.jpg"No princípio criou Deus os céus e a terra" (Génesis 1.1).

Deus criou o homem do pó da terra e fê-lo habitar neste planeta.

A adaptabilidade da terra como lugar de vida não pode ser resultado do acaso.

Nenhum outro planeta tem as características adequadas como o planeta terra para a sobrevivência humana.

Destacamos alguns pontos importantes:


Primeiro, o tamanho do planeta terra.

Segundo os astrónomos mais credenciados, se a terra fosse maior ou menor a vida não seria possível neste planeta.

O tamanho da terra está rigorosamente planeado para a adaptabilidade da vida. Assim como o caos não produz ordem, também uma explosão não poderia gerar um mundo com leis tão precisas e com movimentos tão harmoniosos.

Teríamos de ser despojados da nossa inteligência para nos rendermos à tolice dessa teoria.


Segundo, a inclinação do eixo da terra.

A terra está inclinada num eixo de vinte e três graus. Isso possibilita que todas as regiões da terra sejam atingidas pela luz e calor do sol como um frango numa churrasqueira. Se a terra não tivesse essa inclinação, os pólos seriam gelados demais e as áreas centrais quentes demais. Isso tornaria impossível a vida no planeta.


Terceiro, a distância exacta da lua.

A lua garante a limpeza da terra. Ela é a responsável pelas marés. Sem o trabalho essencial da lua, os oceanos despejariam toneladas de lixo nas praias e a vida seria impossível nas cidades costeiras.

A lua exerce um papel fundamental na produção do plâncton, indispensável à oxigenação das águas e à produção da cadeia alimentar.

Se a lua ficasse mais distante ou mais próxima da terra não poderia cumprir essa missão indispensável. Certamente que a distância exacta que a lua está da terra não é resultado do acaso nem  mesmo fruto de uma explosão cósmica.


Quarto, a complexidade de uma folha.

Há umas décadas atrás ficávamos extasiados com os mistérios do macrocosmos.

Hoje, ficamos boquiabertos com a intrincada complexidade do microcosmos.

Uma simples folha que colhemos no jardim é mais complexa do que a mais complicada máquina que o homem já fez. Reinam numa simples folha, centrais de produção e a cibernética. Isso não pode ser simplesmente produto do acaso.


Quinto, a majestade do corpo humano.

O Dr. Marshall Nirenberg, prémio Nobel de biologia descobriu que temos sessenta triliões de células no nosso corpo.

Em cada célula temos um metro e setenta centímetros de fita DNA. Se esticarmos a fita DNA do nosso corpo, teremos cento e dois triliões de metros, ou seja, cento e dois biliões de quilómetros de fita DNA, onde em cada uma está gravado e computadorizado todos os nossos dados genéticos.

O acaso não origina códigos de vida. É claro que uma mente soberana e sábia planeou e criou todas estas coisas.


Sexto, a complexidade do olho humano.

O Dr. John Wilson, ilustre oftalmologista da Universidade de Harvard, descobriu que temos sessenta milhões de fios encapados, duplos, em cada olho.

Seriam necessárias quase todas as centrais eléctricas do mundo para se compararem a um único olho humano. Isso, certamente não poderia ser obra do acaso nem fruto de uma geração espontânea.

Precisaríamos de mais fé para crer na evolução do que para nos firmarmos na revelação divina, de que no princípio Deus criou os céus e a terra.

Concluímos, afirmando que a fé cristã não é uma quimera ou uma fantasia defendida por pessoas ignorantes; pelo contrário, a fé tem um objecto, Deus. A nossa confiança está firmada numa verdade que tem saído incólume de todas as batalhas.

As teorias  humanas levantam-se, alardeiam-se e caem no esquecimento, cobrindo-se com a poeira do tempo, mas a Palavra de Deus permanece para sempre. Passa o céu e a terra, mas a Palavra de Deus permanece para sempre.

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