Quão pequenos somos!
Precisamente atrás de mim, na fila de pagamento do supermercado, estavam dois rapazitos. Notei que o mais velho estava sucessivamente a olhar para cima, para mim, e para baixo, para o seu irmão. Por fim, acotovelando o seu pequeno irmão e apontando para mim, para cima, disse: “”Ei, Joey, olha quão pequeno és!”
“Aqueles que me viram na carne sabem que, fisicamente, não sou propriamente pequeno, e posso imaginar facilmente que estando junto àqueles miúdos, eu os fizesse verem-se realmente pequenos!
Mas tudo isto pertencia apenas ao domínio físico, e quando deixei o supermercado, comecei a questionar-me: “Quão grande és, de facto, aos olhos de Deus?” Eu pensei no Salmo 8:3,4, onde David meditou sobre a mesma questão:
“Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que Te lembres dele? ...”
Apesar disso somos tão importantes para o coração de Deus que Ele entrou na correnteza da humanidade quando, por assim dizer, Se tornou um de nós em Cristo, Filho de Deus e Filho do Homem. Porquê? Hebreus 2:14,15 apresenta-nos uma importante razão:
“... para que pela morte [a Sua morte pelos nossos pecados] aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.”
Além disso, apesar de sermos insignificantes, como somos em nós mesmos, Ele quis usar-nos poderosamente para Sua glória pois, de acordo com 1 Cor. 1:27,28, Ele “escolheu” os “loucos”, os “fracos”, os “vis”, os “desprezíveis” e os que “não são” para realizar os Seus propósitos e anular os planos dos grandes do mundo.
Cornelius R. Stam



