O que realmente interessa
Quem é que alguma vez pensou que um rato poderia forçar uma linha aérea moderna transferir 42 passageiros de um enorme jacto de passageiros para um outro e dar ao piloto e à tripulação dezasseis horas de férias?Bem, isso aconteceu certa ocasião em Londres. Uma pessoa da limpeza dos voos de escala detectou um rato no jacto oriundo de Nova Iorque e relatou-o aos seus superiores, resultando que os 42 passageiros tiveram de ser transferidos para um voo que descolaria umas horas mais tarde.
A British Overseas Airways Corporation disse que eles fizeram aquilo para desinfestar e fumigar o aparelho. Mas – tudo isto: desinfecção e fumigação do gigante avião por causa de um ratinho? Ou mesmo uns ratinhos?
Bem, talvez, mas sabe o que penso? Penso que eles previram a possibilidade de pânico a bordo se alguns dos passageiros vissem o ratinho quando estivessem em pleno voo. As mulheres não gostam exactamente de ratos e não seria bom tê-las de pé sobre os assentos ou a precipitarem-se para as saídas a 30.000 pés de altitude!
Não é estranho! Dizem que um rato pequeno pode assustar um elefante grande, e as coisas não são diferentes com a raça humana. Comparativamente poucas coisas tendem a assustar-nos, apesar de muitas vezes vermos dificilmente grandes perigos.
O facto de “aos homens est[ar] ordenado morrer uma vez,” e isto poder acontecer quando menos se espera; o facto de depois desta vida não haver mais oportunidade de preparação para a eternidade; o facto de um Deus justo e santo ter de julgar o pecado (Heb. 9:27): todas estas coisas são realmente importantes matérias que muitas pessoas negligenciam no seu frenesim louco por gozar a vida.
Coloquemos os pés na terra, sejamos sensíveis e encaremos a questão que o nosso Senhor colocou em Mat. 16:26: “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” Deixemos de viver para esta vida como se ela nunca fosse acabar e para a próxima como se ela nunca fosse começar.
O Senhor Jesus Cristo morreu no Calvário para pagar o castigo dos nossos pecados (1 Cor. 15:3) de modo a podermos ser salvos e termos a certeza do céu. Porque não confia n’Ele e recebe “a redenção pelo Seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da Sua graça” (Efé. 1:7)?
Cornelius R. Stam



