Páscoa: antídoto para o medo
Nós estamos há menos de quatro meses num ano atribulado. O mercado das acções está em baixa. O mercado da habitação está em baixa. O desemprego está em alta. Os que entrarem na sua igreja esta Páscoa viram as suas poupanças caírem drasticamente no ano passado. As suas casas não valem tanto quanto valiam no ano transacto. Muitos estão desempregados. Estão assustados, atemorizados.
E …, estão prontos para o Evangelho. Mais do que na maior parte dos anos decorridos, estão prontos para ouvir o que a mensagem da Páscoa tem a dizer sobre os seus temores.
Quais foram as primeiras palavras que os anjos disseram depois de Jesus ressuscitar dos mortos?
“Não tenhais medo!” Quais foram as primeiras palavras que os discípulos ouviram Jesus dizer quando os encontrou como grupo? “Não tenhais medo!” Esta é a mensagem da Páscoa. E 2.000 anos depois ainda é relevante.
Nós chamamos ao medo muitos nomes. Chamamos-lhe preocupação, tensão, ansiedade, e stress. Um estudo analisou 500 diferentes pessoas e descobriu 7.000 diferentes temores – uma média de 14 diferentes temores por pessoa. Isto não é uma questão sem importância; é absolutamente crítica.
Porquê? É contagiante. É limitativa. É redutora. É o compartimento escuro onde se desenvolve o pessimismo.
E, mais importante, Deus não quer que tenhamos medo. Efésios 3:12 diz, “No Qual temos ousadia e acesso com confiança [ou, sem medo], pela nossa fé n’Ele.”
Para as pessoas vencerem o medo precisam de tomar três decisões nesta Páscoa:
1. Aceitar o amor de Deus por elas
“No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor” (1 João 4:18). A Bíblia diz que o oposto do amor é o medo, e o oposto do medo é o amor. O amor e o medo não podem operar juntos. Quando o amor surge na porta da frente da sua vida, o medo sai pela porta de trás. O amor é o antídoto do medo.
A nossa maior necessidade na vida é sentirmo-nos absolutamente, totalmente, incondicionalmente amados – não por algo que pudéssemos ser, mas amados exactamente como somos. Que toda a gente que entre esta Páscoa na sua igreja sinta isso. Até esta questão estar resolvida, os que assistirem aos vossos cultos serão atormentados pelos seus medos. Só Deus nos pode amar com tanto amor como realmente necessitamos.
Nós fomos criados exactamente de modo a Ele poder amar-nos. Ele sabe tudo a nosso respeito. E Ele quer que O conheçamos e O amemos de modo retributivo. Foi por isso que Ele enviou Jesus Cristo para viver uma vida perfeita, para morrer na cruz por nós, e ressuscitar. É sobre isto tudo que é a Páscoa.
2. Crer que Jesus morreu e ressuscitou por elas
Uma coisa é crer acerca de algo; outra é crer em algo. Uma coisa é crer acerca de uma pessoa; outra é crer numa pessoa. Há uma série de pessoas que crêem que Deus é real. E daí? Crer na morte e ressurreição de Jesus é mais do que simplesmente conhecimento intelectual.
Hebreus 2:14-15 diz, “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também Ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.” As pessoas não gostam de falar da morte. Elas nem sequer gostam da palavra morte. Porquê? Elas não sabem o que é que vai acontecer a seguir, e elas não estão preparadas para se encontrarem com Deus. A única forma de se poderem aprontar para se encontrarem com Deus é tendo um relacionamento com Ele. Isso só pode acontecer por causa da morte e ressurreição de Jesus.
Quando você crê que o que Jesus diz sobre o futuro é verdade, então pode deixar de ter medo da morte. Isso é parte das boas notícias da Páscoa.
3. Confiar os seus medos e vida a Cristo
Parte da razão de tantas pessoas hoje estarem tão assustadas, com medo, deve-se ao facto de terem colocado a sua confiança em lugares errados. Elas têm colocado a sua confiança no dinheiro, nas suas possessões, e na sua capacidade natural de fazer dinheiro.
Isso é chamado de idolatria. Colocar a confiança em alguma outra coisa que não Deus viola o primeiro mandamento: Não terás outros deuses diante de Mim. Sempre que as pessoas permitem que isto aconteça, estão a transformar isso num deus. E quando algo deste mundo se torna mais importante do que Deus, o medo certamente que surgirá. Se o fazer dinheiro é o objectivo número um na vida de uma pessoa, ele ou ela desenvolverá o medo de perder tudo. Se o sucesso é a coisa mais importante, desenvolverá o medo do fracasso. Se você conseguir levar as pessoas a pensar sobre o que as assusta, haverá uma boa possibilidade de você poder ajudá-las a descobrir o que é que está a rivalizar com Deus nas suas vidas.
1 Pedro 3:14,15 diz, “[Não] fiquem preocupados. Tenham no coração de vocês respeito por Cristo e o tratem como Senhor.”
O único verdadeiro antídoto para o medo que as pessoas enfrentam agora é um comprometimento com Cristo. Quando elas O tornam Senhor das suas vidas, não têm de ter medo de perder alguma coisa. Ele torna-Se na única pessoa que têm, ao fim e ao cabo, de agradar.
É por esta liberdade que as pessoas procuram nesta Páscoa.
A primeira Páscoa mudou o mundo. Nada foi mais o mesmo. Mesmo os historiadores seculares admitem que o que quer que tenha acontecido naquela manhã da primeira Páscoa, a história do mundo mudou para sempre.
Nesta Páscoa as pessoas clamam pelo poder de Deus nas suas vidas – pelo poder que elimina o medo – a espécie de poder que somente podem obter através da cruz.
Nós chamamos ao medo muitos nomes. Chamamos-lhe preocupação, tensão, ansiedade, e stress. Um estudo analisou 500 diferentes pessoas e descobriu 7.000 diferentes temores – uma média de 14 diferentes temores por pessoa. Isto não é uma questão sem importância; é absolutamente crítica.
Porquê? É contagiante. É limitativa. É redutora. É o compartimento escuro onde se desenvolve o pessimismo.
E, mais importante, Deus não quer que tenhamos medo. Efésios 3:12 diz, “No Qual temos ousadia e acesso com confiança [ou, sem medo], pela nossa fé n’Ele.”
Para as pessoas vencerem o medo precisam de tomar três decisões nesta Páscoa:
1. Aceitar o amor de Deus por elas
“No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor” (1 João 4:18). A Bíblia diz que o oposto do amor é o medo, e o oposto do medo é o amor. O amor e o medo não podem operar juntos. Quando o amor surge na porta da frente da sua vida, o medo sai pela porta de trás. O amor é o antídoto do medo.
A nossa maior necessidade na vida é sentirmo-nos absolutamente, totalmente, incondicionalmente amados – não por algo que pudéssemos ser, mas amados exactamente como somos. Que toda a gente que entre esta Páscoa na sua igreja sinta isso. Até esta questão estar resolvida, os que assistirem aos vossos cultos serão atormentados pelos seus medos. Só Deus nos pode amar com tanto amor como realmente necessitamos.
Nós fomos criados exactamente de modo a Ele poder amar-nos. Ele sabe tudo a nosso respeito. E Ele quer que O conheçamos e O amemos de modo retributivo. Foi por isso que Ele enviou Jesus Cristo para viver uma vida perfeita, para morrer na cruz por nós, e ressuscitar. É sobre isto tudo que é a Páscoa.
2. Crer que Jesus morreu e ressuscitou por elas
Uma coisa é crer acerca de algo; outra é crer em algo. Uma coisa é crer acerca de uma pessoa; outra é crer numa pessoa. Há uma série de pessoas que crêem que Deus é real. E daí? Crer na morte e ressurreição de Jesus é mais do que simplesmente conhecimento intelectual.
Hebreus 2:14-15 diz, “E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também Ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.” As pessoas não gostam de falar da morte. Elas nem sequer gostam da palavra morte. Porquê? Elas não sabem o que é que vai acontecer a seguir, e elas não estão preparadas para se encontrarem com Deus. A única forma de se poderem aprontar para se encontrarem com Deus é tendo um relacionamento com Ele. Isso só pode acontecer por causa da morte e ressurreição de Jesus.
Quando você crê que o que Jesus diz sobre o futuro é verdade, então pode deixar de ter medo da morte. Isso é parte das boas notícias da Páscoa.
3. Confiar os seus medos e vida a Cristo
Parte da razão de tantas pessoas hoje estarem tão assustadas, com medo, deve-se ao facto de terem colocado a sua confiança em lugares errados. Elas têm colocado a sua confiança no dinheiro, nas suas possessões, e na sua capacidade natural de fazer dinheiro.
Isso é chamado de idolatria. Colocar a confiança em alguma outra coisa que não Deus viola o primeiro mandamento: Não terás outros deuses diante de Mim. Sempre que as pessoas permitem que isto aconteça, estão a transformar isso num deus. E quando algo deste mundo se torna mais importante do que Deus, o medo certamente que surgirá. Se o fazer dinheiro é o objectivo número um na vida de uma pessoa, ele ou ela desenvolverá o medo de perder tudo. Se o sucesso é a coisa mais importante, desenvolverá o medo do fracasso. Se você conseguir levar as pessoas a pensar sobre o que as assusta, haverá uma boa possibilidade de você poder ajudá-las a descobrir o que é que está a rivalizar com Deus nas suas vidas.
1 Pedro 3:14,15 diz, “[Não] fiquem preocupados. Tenham no coração de vocês respeito por Cristo e o tratem como Senhor.”
O único verdadeiro antídoto para o medo que as pessoas enfrentam agora é um comprometimento com Cristo. Quando elas O tornam Senhor das suas vidas, não têm de ter medo de perder alguma coisa. Ele torna-Se na única pessoa que têm, ao fim e ao cabo, de agradar.
É por esta liberdade que as pessoas procuram nesta Páscoa.
A primeira Páscoa mudou o mundo. Nada foi mais o mesmo. Mesmo os historiadores seculares admitem que o que quer que tenha acontecido naquela manhã da primeira Páscoa, a história do mundo mudou para sempre.
Nesta Páscoa as pessoas clamam pelo poder de Deus nas suas vidas – pelo poder que elimina o medo – a espécie de poder que somente podem obter através da cruz.
Rick Warren
Tradução adaptada
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