O medo da morte faz sentido?
A maioria das pessoas vive em quase constante medo da morte. Elas não gostam de pensar que os dias do homem são como a erva e toda a sua glória como a glória de uma flor que murcha (Sal. 103:15.16). Elas não desejam encarar o facto de que “aos homens está ordenado morrerem uma vez” (Heb. 9:27).
Isto é natural, pois a Palavra de Deus declara que a morte é “o salário do pecado” (Rom. 6:23), “vindo depois disso o juízo” (Heb. 9:27) e a “segunda morte” (Apo. 20:14). É por isso que 1 Cor. 15:56 diz que “o aguilhão da morte é o pecado.”
No entanto o Salmista David não tinha receio da morte. Ele disse: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum” – mas notemos a razão: “porque Tu estás comigo” (Sal. 23:4). David tinha chegado ao conhecimento de Deus e foi graciosamente libertado do medo da morte.
Mas nós, hoje, temos uma razão bem maior para sermos libertados do medo da morte, pois 1.000 anos depois de David, Saulo de Tarso, o principal dos pecadores, foi salvo pela graça e foi enviado a proclamar o “Evangelho [boas notícias] da graça de Deus” (Act. 20:24).
Ele andou a dizer aos homens como “Cristo morreu pelos nossos pecados” (1 Cor. 15:3) e despojou Satanás de todos os seus clamores contra nós:
“... para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Heb. 2:14,15).
Quando o próprio apóstolo se aproximava da morte, ele disse: “... morrer é ganho” (Fil. 1:21), “...partir, e estar com Cristo, ... é ainda muito melhor” (Ver. 23), e “... o tempo da minha partida está próximo. ... Desde agora, a coroa da justiça me está guardada ...” (2 Tim. 4:6-8).
Cornelius R. Stam



