Destino Final (I)
A vida é incerta. Todos os dias as pessoas levantam-se e vão trabalhar sem pensar que antes do anoitecer irão encontrar-se com Deus. Hoje alguns deixarão o planeta Terra devido a um ataque cardíaco, um acidente ou um assalto violento. Há inúmeras possibilidades de morte súbita. Por essa razão cada pessoa consciente deveria pensar sobre para onde irá quando morrer e onde passará a eternidade. Qual será o teu destino final? Estes artigos vão ajudar-te a descobrir. Lê-os cuidadosamente. Eles poderão mudar a tua vida e o teu destino - para sempre!
Quem é a tua autoridade final?
Ao buscares respostas para as questões mais importantes da vida, precisamos de consultar uma autoridade no assunto. A escolha reduz-se a duas possibilidades: a opinião humana ou a Palavra Deus. É o que as pessoas supõem ou o que Deus diz.
Podemos confiar na Bíblia?
Em questões de vida ou morte a autoridade precisa de ser infalível. Não pode haver margem de erro. A opinião humana certamente não está qualificada para nos dar as respostas. Assim como os rostos das pessoas são tão diferentes, assim também as suas opiniões.
Somente a Bíblia, a Palavra de Deus, é infalível. Ela é a verdade (João 17:17). Mas como sabemos que ela é infalível?
• Sabemos pelas suas profecias cumpridas. Apenas em relação a Cristo existem mais de 60 profecias que foram cumpridas quando Ele aqui esteve. Além disso, há centenas de profecias acerca de Israel e das demais nações que já se transformaram em história. A probabilidade de tudo isso acontecer por acaso é pequena demais para ser levada em consideração.
• Pelo menos 40 homens em regiões diferentes, em épocas diferentes e em três línguas distintas, ao longo de um período de 1600 anos, escreveram a Palavra Sagrada. Eles não tinham qualquer maneira de colaborar entre si, no entanto, a Bíblia tem um tema unificado. A história que ela conta é consistente. Que outro livro tem um planeamento tão inteligente?
• As Escrituras são inigualáveis no seu poder de transformar a vida das pessoas, de levá-las do pecado e da vergonha para a decência e a integridade.
• As palavras da Bíblia são aplicáveis a todas as épocas; são atuais como o noticiário da hora.
• Elas têm uma atração universal; falam às pessoas de todas as raças, línguas, tribos e nações.
• São inesgotáveis, providenciando material para estudo sem fim e dando aos homens conforto e orientação.
• Pensa em toda literatura que a Palavra de Deus originou! Dicionários bíblicos, comentários, concordâncias, poesias e sermões. Ela inspirou grandes movimentos sociais como a abolição da escravatura, os direitos civis e a justiça social e inspirou a criação de instituições beneficentes como hospitais, escolas, orfanatos, abrigos para pobres e idosos e agências mundiais para aliviar a miséria e a fome. Ela exerceu uma influência positiva na sociedade humana onde quer que tenha chegado.
• Ela é pura, expondo o pecado e advertindo contra ele. Ela não se rebaixa à cultura popular, mas procura elevá-la.
• Ela é um livro vivo. Algumas pessoas realmente temem-na, enquanto outras morreriam por ela.
• A Bíblia afirma ser inspirada por Deus (2 Timóteo 3:16). Isso significa que as suas palavras são as palavras de Deus. Se não fossem, ela seria uma fraude! Ainda que muitos a rejeitem, por fim reconhecerão que os seus ensinos são a verdade.
• A Bíblia Sagrada resistiu a séculos de esforço para queimá-la e bani-la. Mas ela sobreviveu. Quando os governos a proíbem, contrabandistas arriscam-se à prisão e à morte para espalhá-la entre o povo.
• Nenhum outro livro é lido por tanta gente em tantas línguas diferentes.
• Esse livro maravilhoso regista a vida de uma Pessoa perfeita. Um simples homem não poderia inspirar um relato assim. O cético francês Renan disse que seria necessário um Cristo para inventar a Cristo.
Na literatura ao longo dos séculos a Bíblia sobressai-se sem paralelo; ela é singular. Todos os que experimentaram o seu poder transformador nas suas vidas dificilmente negarão que ela é a Palavra do Deus vivo. Ou, como alguém já comentou, quem sentiu a sua força certamente não negará a sua fonte.
Não há risco em aceitar a Bíblia como nossa autoridade final.
(continua)



