[...] Biliões de vontades
Enquanto o homem permaneceu obediente à vontade de Deus, o Seu Criador, tudo estava bem com ele. A sua vida estava perfeitamente equilibrada porque estava centrada em Deus. Contudo, mal ele deu ouvidos a Satanás e colocou a sua vontade contra a de Deus, começou a dar tudo errado. A vida dele passou a estar descentrada e desequilibrada. Deixou de estar centrada na vontade central. Alienado de Deus, o homem agora ceifava o fruto da sua rebelião, não apenas através da sua expulsão do Paraíso, mas da vontade obstinada da sua descendência.
E assim, ao longo dos séculos, os pais têm gerado filhos como eles, com as suas naturezas decaídas e vontades obstinadas, até termos agora [...] biliões de vontades a operar no mundo, em vez de uma única vontade central de Deus.
Contudo, isto não significa que Deus tenha abdicado, ou que o futuro do mundo esteja agora sujeito às vontades de [...] biliões de criaturas decaídas. Nem Deus foi forçado a formular novos planos por causa da queda do homem. Longe disso, pois a despeito da rebelião do homem – mesmo através dela – Deus levou a cabo o Seu plano e todo o crente verdadeiro regozija-se por Deus “faz[er] todas as coisas, segundo o conselho da Sua vontade” (Efé. 1:11). Apesar de Ele não interferir directamente nos afazeres dos homens, Ele definitivamente predomina, e como resultado “...todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus ...” (Rom. 8:28). Toda a glória seja dada ao Bendito acerca do Qual está escrito:
“Então disse: Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de Mim), para fazer, ó Deus, A TUA VONTADE” (Heb. 10:7).
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Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



